Santa Catarina

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            BR SC TJSC TRRJ-31283 · Processo · 1866
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Denuncia na cidade de Lages, á época comarca de Lages província de Santa Catarina.

            Partes do processo: Bento, escravizado de Anna Maria do Amaral (réu); Francisco Antônio de Souza (vítima).

            Resumo: Francisco Antônio de Souza, morador do Quarteirão do Raposo, na cidade de Lages, fez uma denúncia criminal contra um homem escravizado chamado Bento, que era propriedade de Anna Maria do Amaral. Francisco acusou Bento de ter cometido os seguintes crimes, invasão de domicílio, arrombamento, tentativa de roubo em sua residência. Diante da denúncia, o juiz e delegado, determinou que um oficial de justiça entregasse intimações às testemunhas, para que elas pudessem prestar depoimentos sobre o ocorrido. Além disso, o juiz ordenou a prisão de Bento, o acusado. Após ouvir as testemunhas e analisar os fatos, o juiz concluiu que Bento não cometeu os crimes de arrombamento e roubo.

            Atuaram no processo: delegado e juiz, Henrique Ribeiro de Cordova; escrivão José Luiz Pereira; juiz Fernando Afonso de Mello; oficial de justiça João Manoel Leite; oficial de justiça Pedro José Santos.

            Localidades relevantes: Quarteirão do Raposo; cidade de Lages.

            Compõem o processo: depoimentos de testemunhas; mandados de intimação; custas do processo.

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-29193 · Processo · 1848
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Queixa crime realizada na vila de Lages, na época sob a comarca do norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            José Candido Coimbra Mayer (queixoso);
            José Pedro (queixado).

            Resumo:
            José Candido Coimbra Mayer, que mora na vila de Lages, fez uma denúncia dizendo que José Pedro, homem indígena, havia roubado uma vaca de cria. O juiz mandou prender o acusado e começou a investigar o caso, chamando testemunhas para ouvir o que sabiam. Das testemunhas que foram ouvidas, só uma disse que o réu roubou e carneou a vaca, mas essa pessoa não deu detalhes claros nem provas.

            As outras testemunhas não viram nada e não acusaram o réu. Diante disso, o juiz decidiu que a denúncia não tinha provas suficientes e considerou o caso como improcedente. Em correição, o agente da justiça afirma que a prisão do indiciado só poderia acontecer após a formação da culpa, o que não foi feito.

            Atuaram no processo:
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            juiz de direito Firmino Rodrigues Silva;
            juiz municipal delegado Guilherme Ricken;
            oficial de justiça José Antônio de Souza;
            signatário Domingos Leite;
            signatário Jorge Trueter;
            signatário Manoel Verissimo de Araujo;
            signatário Polidoro Joze dos Santos.

            Localidades relevantes:
            comarca do norte;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de qualificação;
            contas;
            correição;
            inquirição de testemunhas;
            interrogatório;
            mandado;
            petições;
            termo de juramento;
            sentença.

            Variação de nome:
            José Pedro da Silva.

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-29196 · Processo · 1845
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            João Palhano (réu);
            A Justiça por seu promotor;

            Homicídio, vila de Lages;

            Floriano Texera Carvalho;
            José Manoel Leite, comandante militar;
            João Manoel da Cruz;
            João Barbosa do Rego;
            João Francisco de Souza;
            José Bernanrdo;
            Liandro Pinheiro;
            Mathias Gomes da Silva, escrivão de polícia;
            Oliveira, delegado de polícia da vila de Lages;

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-29187 · Processo · 1848
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Gregório Antônio, guarda policial (réu);
            Guilherme Ricken, delegado de polícia (vítima).

            Calúnia; Lages; o réu teria dito que a vítima teria favorecido um criminoso em outro processo;

            Claudiano de Oliveira Rosa;
            Francisco Gomes da S. Coelho;
            Hipólito Machado Dias;
            Lourenço dias Baptista;
            Mathias Gomes da Silva, escrivão;
            Vasco de Oliveira Forquim.

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-29185 · Processo · 1848
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Benedito de Oliveira Mello (réu);
            Luiz José de Oliveira Ramos (vítima).

            “Termo de segurança de vida” e “Termo de Fiança” na página 23; agressão; agressão verbal; comarca do norte; província de Santa Catarina; vila de Lages; existência de uma sala pública de Audiências e sala de sessões da Câmara Municipal; recibo da administração imperial na página 25 (impresso em “tipos”);

            Antônio Benedito dos Santos, major;
            Benedicto de Mello;
            Benedito Rodrigues;
            Claudianno de Oliveira Roza;
            Francisco Xavier;
            Francisco Manoel de Almeida;
            Francisco Gomes da Silva;
            Guilherme Ricken, juiz municipal e delegado de polícia, cavaleiro da Imperial Ordem da Roza;
            Joaquim Ignácio R.
            Jorge Trueter;
            José da Silva Furtado;
            Laurentianno José da Costa;
            Luciano da Silva;
            Lourenço Dias Baptista;
            Matias Gomes da Silva, escrivão;
            Palhano Micias do Espírito Santo;

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-77714 · Processo · 1820
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de Devassa para arrombamento feito em cadeia, feito a época da Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages

            Partes: Juiz Caetano Joze de Sousa (autuante); Manoel Luiz Criolo; Faustino de Tal "Indio"; Alexandre de Tal; Joaquim de Tal (réus);

            Resumo: O Juiz Caetano José de Souza da comarca de Paranaguá Curitiba, nomeou o escrivão Joaquim Ribeiro do Amaral para que fizesse a Autuação e Auto de Vistoria acerca de um arrombamento na cadeia de Lages. O carcereiro Manoel Barbosa foi indicado para realizar a vistoria e inquirir as testemunhas. Foram questionadas trinta testemunhas e relataram que haviam na cadeia quatro presos, e que eles arrombaram a cadeia. Todos foram sentenciados ao final do inquérito.

            Localidades: Ilha de Santa Catarina; Vila de Lages; Freguesia de Paranaguá; Freguesia de Curitiba;

            Atuaram no processo: Escrivão Joaquim Ribeiro do Amaral; Carcereiro Manoel Barbosa; Capitão João Manoel de Carvalho;
            Juiz Ordenancio Caetano Joze de Sousa;

            Variação de Nome: Caetano José de Souza; Freguesia de Parnagoa;

            Untitled
            Devassa de Joaquina Antônia
            BR SC TJSC TRRJ-10604403 · Processo · 1828
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Devassa crime realizada na vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, na época sob a comarca do Desterro.

            São partes neste processo:

            • Joaquina Antônia (vítima);
            • Miguel Linhares (réu);
            • Ângela de tal (ré).

            Resumo:

            • Nesta devassa, a vítima Joaquina Antônia foi acusada de ter enfeitiçado a esposa do réu Miguel Linhares. A vítima foi mantida em cárcere privado e torturada, tendo uma correia ou tira de couro posta e apertada em sua cabeça, a fim de extrair dela uma confissão de autoria do feitiço. A maior parte das testemunhas depoentes afirmou desconhecer o fato criminoso, mas algumas alegaram ter ouvido rumores sobre a agressão descrita na denúncia. Após ouvidos os testemunhos, o juiz admitiu não ser suficientemente versado para lidar com o julgamento, e solicitou que o corregedor efetuasse esta etapa do processo. Em conclusão, o corregedor, por sua vez, afirmou que a autora/vítima era falsária, e a condenou ao pagamento das custas do processo. O corregedor também apontou que Miguel Linhares, acusado da agressão, erroneamente não foi pronunciado no processo.

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Atuaram no processo:

            • Escrivão João Manoel Cortês;
            • Juiz Francisco de Paiva Munis.

            Variação de nome:

            • Francisco de Paiva Muniz.
            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-57284 · Processo · 1839-1840
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo realizado na vila de Santo Antônio dos Anjos da Laguna, na época sob a Comarca do Sul.

            Partes do processo:
            Marcelino de Castro e Lima (acusado);
            A Justiça por seu promotor (autora).

            Resumo:
            Neste processo, o comendador Francisco da Silva França compareceu em juízo com documentos para formalizar a acusação de uma ação sumária de responsabilidade contra Marcelino de Castro e Lima, juiz de paz do 4º distrito da freguesia da Piedade de Tubarão. Este é acusado de se ausentar da vila e abandonar o exercício do emprego, deixando de atuar nas demandas pertinentes ao seu cargo.

            É feita uma revisão sobre os juramentos e posses sob a função jurisdicional, e foi encontrado o registro de sua posse como juiz de paz na freguesia de Tubarão. É mencionado que o presidente da Câmara, o tenente Manoel José de Bessa, em uma sessão ordinária, declarou a ausência do dito juiz, que tinha ido para a cidade do Desterro.

            Em seguida, o juiz Francisco da Silva França solicitou que um oficial de justiça levasse sua intimação ao acusado. O meirinho de paz João Manoel de Camargo, ao diligenciar para intimar o réu, encontrou-o montado a cavalo, no meio do caminho, acompanhado de homens à paisana, bem como de seu escrivão e de seu meirinho. Ao ser abordado, o réu recebeu o meirinho de paz com zombarias e hostilidade, chegando a ameaçá-lo de prisão.

            É solicitado um auto de testemunhas para confirmar as acusações.

            O juiz acusado solicitou um requerimento à Assembleia Legislativa Provincial, para que fosse feita uma análise da ação de responsabilidade e a abertura de uma petição de queixa contra o juiz Francisco da Silva França. O suplicado justifica sua ausência da vila, por ser de forma provisória e deixando um suplente responsável. Ainda, expõe que ao retornar à vila de Tubarão, deparou-se com o ajuizamento da referida ação. Descreve que o promotor público, instigado pelo juiz de paz Francisco da Silva França, reconhecido inimigo capital e público do acusado, promoveu a diligência relativa ao processo de responsabilidade, imputando-lhe condutas de negligência e descumprimento dos deveres inerentes ao cargo. O juiz acusado sustenta que o promotor desviou a denúncia, entregando-a, por conveniência motivada pela referida rivalidade, ao juiz de outro distrito; agindo, assim, com segundas intenções. Ele justifica que a ausência do juiz suplente na cidade foi justificada, pois ele se achava empregado como oficial da Guarda Nacional, em serviço militar, e culpa a comarca de não ter imediatamente juramentado um substituto.

            O réu acusa o juiz representante da ação de cometer excessos relacionados aos limites de sua função, abuso de autoridade, violando os artigos da constituição e lei penal com injúria e calúnia.

            Em determinada parte do processo, consta a suspensão da ação sumária de responsabilidade e a cassação do edital emitido anteriormente pela Câmara Municipal. Tal edital versava sobre matéria relativa à suspensão do emprego de juiz de paz do acusado, declarando-o sem efeitos.

            Na época da denúncia, Laguna estava sob ocupação das tropas farrapas sob Giuseppe Garibaldi. É explícita, no processo, a preocupação dos juristas em relação às condições atípicas da cidade sob domínio dos farroupilhas.

            Consta uma carta precatória do juízo do distrito da vila de Laguna, direcionada ao juízo do distrito da freguesia de Nossa Senhora da Piedade do Tubarão, para notificar Marcelino de Castro e Lima para comparecer à sessão do Conselho dos Jurados.

            Ao final do processo é informado que o júri não achou matéria para fundamentar a acusação, e o juiz absolveu o réu das acusações. A municipalidade se encarregou das custas do processo.

            Atuaram no processo:
            escrivão Antônio Francisco Mafra;
            escrivão Elisêu Felix Pitangueira e Silva;
            escrivão Francisco Pacheco dos Reis;
            escrivão Manoel Pessoa da Silva;
            escrivão Vicente José de Gois Rebello;
            juiz de direito Severo Amorin do Valle;
            juiz de distrito interino e presidente do tribunal dos jurados Domingos José da Silva;
            juiz de paz do primeiro distrito e comendador Francisco da Silva França;
            juiz de paz suplente Albino Jose da Rosa;
            juiz de paz suplente Constantino Jose da Silva;
            meirinho de paz e oficial de justiça João Manoel de Camargo;
            meirinho do juízo de paz José Nunes Martins;
            presidente da província de Santa Catarina João Carlos Pardal;
            promotor público Bernardino Antônio Soares;
            secretário da assembleia legislativa provincial de Santa Catarina Antônio Justiniano Esteves;
            secretário da câmara municipal de Laguna Francisco Gonçalves Barreiros;
            tabelião Francisco de Paula Lacé.

            Localidades relevantes:
            Freguesia da Piedade do Tubarão (atual cidade de Tubarão, Santa Catarina);
            Vila de Santo Antônio dos Anjos de Laguna (atual cidade de Laguna, Santa Catarina);
            Vila da Laguna (atual cidade de Laguna, Santa Catarina);
            Paroquia de Nossa Senhora da Piedade do Tubarão;
            Aratingaúba;
            Cidade do Desterro (atual Florianópolis, Santa Catarina);
            Caminho das Congonhas.

            Compõem o processo:
            Procuração;
            Certidões;
            Requerimento à Assembleia Legislativa Provincial;
            Termo de Juramento;
            Auto de testemunhas;
            Edital de suspensão;
            Traslado de sessão da Assembleia Legislativa Provincial;
            Cassação de edital;
            Carta Precatória;
            Sessão Ordinária do Conselho de Jurados;
            Termo de Juramento;
            Sentença.

            Variação de nome:
            Promotor Público Bernardino Antônio Suares.

            BR SC TJSC TRRJ-57298 · Processo · 1842
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Sumario Crime de Luis Gomes de Carvalho.

            Partes do Processo:
            Manoel Gomes de Carvalho Sobrinho (autor);
            Luis Gomes de Carvalho (réu)

            Herdeiro:

            Resumo: O autor acusa o réu de ter planejado encontrá-lo na roça para agredi-lo. O réu veio com uma estaca de madeira (fueiro de carro) depois que o autor o insultou. O réu agrediu o autor, que então pegou uma faca para se defender. O réu recuou, foi para casa e voltou com uma espada. Testemunhas disseram ao autor para correr, o que ele fez, escondendo-se no mato. O réu foi liberado sob fiança após o incidente.

            Atuaram no Processo:
            escrivão interino Manoel Pessoa da Silva;
            escrivão Vicente José de Goes Robello;
            juiz municipal José Rodrigues Pinheiro Cavalcante;
            juiz Severo Amorim do Valle;
            perito Antonio José da Silva;
            perito Pedro Francisco da Silva;
            promotor José Francisco Duarte;
            subdelegado João Antunes.

            Localidades Relevantes:
            Tubarão;
            Laguna.

            Compõem o Processo:
            Auto de Exame de Corpo de Delito;
            Testemunhas;
            Termo de Remeça;

            Variação de Nome:

            BR SC TJSC TRRJ-28993 · Processo · 1849
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Sumário Crime de homicídio do Indígena Agostinho dos Santos realizado na Vila de Lages

            Partes: Agostinho dos Santos (vítima); Fidellis José de Moraes (réu);

            Resumo: O Juiz/Delegado Antônio Saturnino de Souza Oliveira, outorga um auto de sumário crime sobre o assassinato do Indígena Agostinho dos Santos, por um tiro de arma de fogo empregado no peito da vitima, disparado pelo réu Fidellis José de Moraes. Sem haver um motivo claro por trás do homicídio, com o réu afirmando apenas ser inimigo da vítima, havendo relatos por partes das testemunhas que o réu já havia ameaçado a vitima de morte. O processo é concluído com a sentença de prisão do réu.

            Localidades mencionadas:

            • Vila de Lages;
            • Quarteirão da Costa da Serra;
            • Guarapuava;
            • Vila de Castro;
            • Província de São Paulo;
            • Província de Minas Gerais;
            • Província do Sul; Rio Grande do Sul;

            Atuaram no processo:

            • Escrivão Mathias Gomes da Silva; Escrivão Antonio Ricken de Amorim; Escrivão José Luíz Pereira; Escrivão Constancio Xavier de Souza; Escrivão e Delegado Generoso Pereira dos Anjos;
            • Promotor Público João Francisco de Souza;
            • Inspetor Joaquim Antunes de Oliveira; Inspetor Matheus José de Souza;
            • Oficial de Justiça Caciano Jozé Ferreira;
            • Delegado de Polícia Matheus José de Souza; Delegado de Polícia e Juiz Antonio Saturnino de Souza e Oliveira; Militar; Major;
            • Juiz Guilherme Ricken; Juiz José Nicolau Pereira dos Santos; Juiz Laurentino José da Costa; Juiz Joaquim José Henriques; Juiz Manoel Caetano do Amaral; Juiz José Marcelino Alves de Sá; Militar Capitão;

            Variação de nome: Fidelis José de Morais; Fidellis de Tal.

            Untitled