Santa Catarina

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos hierárquicos

        Santa Catarina

        Santa Catarina

        Termos equivalentes

        Santa Catarina

          Termos associados

          Santa Catarina

            19 Descrição arquivística resultados para Santa Catarina

            Tribunal do Júri
            BR SC TJSC TRPOA-31053 · Processo · 1882
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes: A Justiça; Maria Fortunata; José Vargem dos Santos; João da Cruz de Oliveira.

            Escravizados: Sebastião; Christina.

            Autoridades: escrivão José Luís Pereira; escrivão Antônio Manoel de Lêdo; signatário Francisco dos Santos Furtado; signatário Joaquim Heis de Athayde; subdelegado Joaquim Nonato de Canto; subdelegado Pedro Manoel de Souza; policial Pedro Geruntino dos Santos; policial Vidal Fernandes França; promotor Antônio Richem de Amorim; procurador Pedro José Leite Junior; juiz Mauricio Ribeiro de Cordova; juiz Manoel Cardoso Vieira de Mello; juiz Candido de Alves Duarte Leite.

            Sumário de Culpa de Valentina Theresa de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-87509 · Processo · 1872-1873
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Sumário de Culpa realizado na cidade de São Francisco do Sul, na época sob a comarca de Nossa Senhora da Graça da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            A Justiça (autora);
            Valentina Theresa de Jesus (ré);
            escravizada Fortunata (vítima).

            Resumo:
            O promotor público da cidade de São Francisco do Sul denunciou Valentina Theresa de Jesus, através da ação de sumário de culpa. A ré foi denunciada por espancar Fortunata, mulher descrita como parda e escravizada por Valentina. A denúncia se baseou na violência, configurando um castigo excessivo que ofendeu a moral pública, de forma com que a ré teria violado a Lei Estatal que autorizava o “castigo moderado” em pessoas escravizadas.

            Demais detalhes sobre o crime foram revelados através de um auto de declaração realizado por Fortunata ao decorrer do inquérito policial, anexado à ação. Fortunata explicou que, antes do crime, ela havia sido despedida por Zeferino José da Rosa, que a havia alugado. Como a ré estava fora da cidade (no sítio de Jaguaruna), a vítima decidiu ir até a casa de Luis Maximo de Sá Ferreira, sendo ele responsável por escrever para Valentina sobre o ocorrido;

            Ao saber que Fortunata estava na casa de Luis, o enteado da ré, Firmino, veio em seu nome procurá-la. Em outro momento, Fortunata foi a fonte buscar água, momento em que é surpreendida pela ré com chicoteadas e bofetadas. A vítima descreve o objeto como sendo de tecido e contendo um nó na ponta.

            Junto a sua declaração estava o depoimento de três testemunhas, que quando inquiridas sobre o crime, disseram não terem ouvido gritos vindo de Fortunata; além disso, não deram detalhes sobre o que aconteceu com a vítima, porém confirmaram a presença da enteada da ré na casa de Luis.

            Mais tarde, em um auto de corpo delito, os peritos foram perguntados sobre os ferimentos de Fortunata, sendo foi constatado que havia sido ferida, resultando em um sangramento nasal; os ferimentos foram declarados como “não mortais”, causados por instrumento contundente, confirmando que a arma do crime foi um chicote. O delegado de polícia julgou como procedente a autuação de corpo de delito, que passou a compor o inquérito policial.

            Mais testemunhas realizaram depoimento, assim como a ré, que passou a ser representada pelo procurador João Domingues das Neves. Luis Maximo de Sá Ferreira, como testemunha, disse que a declaração de Fortunata era mentirosa, alegou que ela “não era uma boa escravizada”, porém não negou que ela havia sido chicoteada; quando questionado se o acontecimento merecia a atenção da justiça, disse que foi “um castigo moderado”.

            Durante o interrogatório da ré, a acusação de um castigo exagerado foi negada, alegando que Fortunata havia a tratado com “pouco respeito”, assim como um conflito mútuo entre as duas partes, que resultou em chicotear duas vezes Fortunata. O juiz municipal julgou improcedente a acusação contra a ré, argumentando que “não haviam indícios de criminalidade” vindos da ofensa à moral pública, decidindo absolvê-la da acusação.

            Atuaram no processo:
            delegado de polícia tenente Francisco Machado de Lus;
            escrivão Hermelino Jorge de Linhares;
            escrivão e tabelião José Estevão de Miranda e Oliveira;
            juiz municipal José Bernardes Marques Leite;
            oficial de justiça e signatário José Thomé dos Santos;
            perito Antonio Pinheiro Ribas;
            perito João Antonio de Figueiredo;
            procurador João Domingues das Neves;
            promotor público Antonio Jose Machado de Morais Cadeiras;
            signatário Antonio Victor.

            Localidades relevantes:
            cidade de São Francisco do Sul;
            comarca de Nossa Senhora da Graça;
            Jaguaruna.

            Compõem o processo:
            auto de corpo de delito;
            auto de declaração;
            auto de qualificação;
            inquérito policial;
            selos;
            sentença.

            Variação de nome:
            cidade da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul.

            Sumário Crime de José Martins Ferrari
            BR SC TJSC TJSC-AJ-66263 · Processo · 1916
            Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

            Partes:
            José Martins Ferrari (réu);
            A Justiça (autor);
            Maria Saladina (vítima).

            Defloramento; estupro; inquérito policial; corpo de delito; interrogatório; testemunhas; libelo crime acusatório; contém jornal “Palácio Municipal”.

            Antonio Gomes Ramagem, juiz de direito e presidente do Tribunal do Jury;
            Augusto Lustosa Teixeira de Freitas;
            Antonio Pilar;
            Carlos Correa da Motta, médico perito;
            Ernesto A. Pacheco, oficial de justiça;
            Fernando Machado Vieira;
            Honório Hermetto Carneiro da Cunha, desembargador;
            Leonardo Jorge de Campos Junior, escrivão;
            Luiza Manfradini, testemunha;
            Luiz Marcelino de Souza;
            Maria Saladina;
            Joaquim da Costa Arantes, escrivão;
            Joaquim David Ferreira Lima, médico perito;
            João Bonateli, testemunha;
            Julia Francisca da Conceição, testemunha;
            Marcolla Ignacio Dias, testemunha;
            Manoel Cantalício Guimarães, testemunha;
            Oscar Lima, major, juiz de direito;
            Pedro Venancio Cardozo, testemunha;

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Inquérito Policial de João Delfis da Cruz
            BR SC TJSC TRPOA-77780 · Processo · 1874
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Inquérito Policial na cidade de Lages, á época comarca da Capital, província de Santa Catarina.

            Partes do processo: João Delfis da Cruz (réu); Manoel Rodrigues dos Santos (réu); escravizado Antônio (vítima).

            Escravizados: Antônio (vítima); Francisco (testemunha).

            Resumo: Durante o período da escravidão no Brasil, o promotor da cidade de Lages foi chamado para investigar um assassinato ocorrido na freguesia de Bagoais. A vítima foi Antônio, um homem escravizado, morto com uma faca por seu senhor, João Delfis da Cruz.
            O juiz ouviu várias testemunhas, incluindo outro escravizado chamado Francisco. Após o exame do corpo e a análise dos depoimentos, o juiz concluiu que João matou Antônio e pediu sua condenação. No entanto, os documentos não explicam claramente o motivo da briga que levou ao crime.

            Atuaram no processo: escrivão Israel Antônio de Jesus; escrivão José Nicolau Barbosa da Silva; juiz Antônio Ribeiro dos Santos; oficial de justiça Antônio Canfrino; perito Manoel Cardoso de Silveira; perito Alfonso José do Vale; perito Marcelino Alves Cardoso; perito Antônio Peres de Macedo.

            Localidades relevantes: freguesia de Bagoais, cidade de Lages; comarca da Capital.

            Compõem o processo: corpo de delito; testemunhas.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Inquérito Policial de Felippe Rodrigues de Sampaio
            BR SC TJSC TRPOA-10770890 · Processo · 1889
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            Felippe Rodrigues de Sampaio (pai das vítimas);
            Joaquim Rodrigues de Sampaio (vítima);
            Jozias Rodrigues de Sampaio (vítima);
            Manoel Rodrigues de Sampaio (vítima).

            Fato: “grande tufão de vento”.
            Freguesia de Nossa Senhora do patrocínio de Baguaes - Lages.
            Fato ocorrido na noite do dia 22 para 23 de Agosto de 1889.

            Estanislao Rodrigues Ferreira;
            Francisco Geronimo Varella;
            João Francisco Ignácio, escrivão.
            Marcos Madrugada Cordova.
            Manoel Francisco Barbosa da Silva;
            Manoel Antonio de Chaves.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Inquérito Policial de Aureliano Antunes de Oliveira
            BR SC TJSC TRPOA-31222 · Processo · 1885
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            Aureliano Antunes de Oliveira (réu); Dontel Marcos Pereira de Andrade (vítima)

            Furto de um animal; Conflito entre as partes; Quarteirão dos Patos; Costa de Pelotas; Possível carneamento de vaca furtada;

            Escrivão José Luís Pereira; Escrivão Joaquim Rodrigues de Athayde; Delegado Francisco Lareiro do Amaral; Promotor José Joaquim de Córdova passos; Promotor Albino dos Santos Pereira;

            07 Folhas.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Inquérito Policial de Anastácio Lopes de Liz
            BR SC TJSC TRPOA-30664 · Processo · 1889
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            Anastácio Lopes de Liz (vítima);
            Fernando de Tal (réu).

            Lages; pancada na cabeça; Topônimo: “Arraial do Painel”; Rio do Pereira; Rio Grande do Sul.

            Anastacio Loppes de Lis;
            Augusto Moreira da Silva, subdelegado;
            Antonio Manoel de Lido, perito, alferes;
            Bernardo Thimoteo A., testemunha;
            Benedito Antonio dos Santos;
            Felisberto José Correia;
            Feliciano Francisco dos Santos, testemunha;
            Francisco José Marinho;
            Felippe José de Espindola;
            Israel Paulo da Silveira;
            João Bernardino da Silva, escrivão;
            João José Theodoro da Costa, promotor;
            José Evaristo Nunes, perito;
            José Antunes Correa Lima, cidadão;
            José Serafim Antunes;
            Manoel José da Luz;
            Manoel Firmino Antunes;
            Manoel Eufrasio Pereira;
            Manoel Candido Rosa;
            Polidoro Joaquim Amarante;
            Valencio José Ribeiro.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Inquérito Policial de Adão Borges
            BR SC TJSC TRPOA-30662 · Processo · 1884
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            Adão Borges (réu);
            Redozina Pampouza do Rosário (vítima).
            Mercedes (vítima).

            Lages; Freguesia de Nossa Senhora do Patrulheiro de Baguais; arma de fogo; disparo acidental; casa de residência de salão “Borges”; Colônia de São Pedro de Alcântara.

            Antonio Delfos da Cruz, major e fazendeiro;
            Bernardo de Macedo Varella, subdelegado de polícia;
            Jerônimo Xavier Leite, fazendeiro;
            João Adão Freiberger, testemunha;
            João Dias Baptista, escrivão;
            Joaquim Mariano de Oliveira;
            Marcos Madruga de Cordova, juiz;
            Manoel Pereira Gomes;
            Moraes Madruga de Cordova, cidadão, juiz;
            Marcellino Ayres Cardozo;
            Theodora Maria Antonia, testemunha.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre