Santa Catarina

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            51 Descrição arquivística resultados para Santa Catarina

            Ação de Assignação de Dez Dias de Manoel de Andrade
            BR SC TJSC TRRJ-10893 · Processo · 1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de assinação de dez dias realizada na vila de São José, à época sob a Segunda Comarca.

            Partes do processo:
            Joaquim Antônio de Azevedo (autor);
            Manoel de Andrade (réu).

            Resumo:
            A pedido do autor Joaquim Antônio de Azevedo, é iniciada uma ação de assinação de dez dias dirigida ao réu, Manoel de Andrade, referente a uma dívida de empréstimo. Conforme a certidão de conciliação, a dívida foi paga e o processo encerrado.

            Atuaram no processo:
            juiz de paz José da Silva Ramos;
            escrivão Joaquim Francisco de Assis Passos;
            oficial de justiça José da Costa Sousa;
            signatário Joaquim Doutra da Silva

            Localidades relevantes:
            Capoeiras;
            Vila de São José;
            Segunda comarca;
            Província de Santa Catarina.

            Compõem o processo:
            Certidões;
            Prestação de contas.

            Ação de Crédito de João Baptista da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-63862 · Processo · 1825
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Sentença Cível de Ação de Crédito realizado na cidade de Desterro.

            Partes:
            João da Costa Pereira Dinis (autor);
            João Baptista da Silva (réu).

            Resumo:
            O juiz de fora Antônio pereira Barreto Pedroso determinou uma carta de sentença civil de ação de crédito para o réu João Baptista da Silva, por compra de escravizado de forma fiado de João da Costa Pereira, ao qual após o prazo estipulado o réu não realizou pagamento. O escravizado foi descrito enquanto africano, de nação Moçambique. O porteiro José de Lima fez a chamada de autuação para que o réu comparecesse ao cartório, o mesmo não compareceu. O juiz determinou a penhora dos bens do réu, do valor do pagamento da dívida e do selo.

            Atuaram no processo:
            juiz Antônio Pereira Barreto Pedroso;
            escrivão Salvador Cavalheiro;
            escrivão Antônio Lopes da Silva;
            advogado Francisco José Maria da Silva;
            tabelião Joaquim José de Souza Medeiros;
            procurador Francisco José Rabello.

            Localidades relevantes:
            Ilha de santa Catarina;
            Cidade de desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina);
            Villa de Cubatão (atual município de Palhoça, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            Procuração;
            Intimação.

            Ação de crédito de Ovídio Saraiva de Carvalho
            BR SC TJSC TRRJ-47847 · Processo · 1816
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de crédito realizada na capital, na época vila de Nossa Senhora do Desterro.

            São partes do processo:
            Francisco Domingues (réu);
            Domingo Luís do Livramento (credor).

            Resumo: O major/sargento-mor Domingos Luís do Livramento, autor do processo, moveu uma ação contra réu, Francisco Domingues, de Cubatão, uma ação de crédito referente a uma dívida não paga. A dívida é referente a um escravizado de nação congo, cujo nome não foi mencionado. O juiz de fora, Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva, determinou uma ação de juramento de alma, e posteriormente condenou o réu a pagar a dívida em um determinado período de tempo.

            Atuaram no processo:
            Advogado José Joaquim Bernardes;
            Escrivão Antônio Mendes de Carvalho;
            Escrivão José Francisco de Fraga;
            Juiz Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva.
            Porteiro José Caetano Pereira;
            Vigário Antônio Vicente da Cunha.

            É mencionada a seguinte localidade:
            Cubatão.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Ação de Juramento de Alma de José Leonardo Florindo
            BR SC TJSC TRRJ-75453 · Processo · 1848
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de Juramento de Alma realizada na Vila de São José, à época Comarca do Sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            José Leonardo Florindo (réu);
            Severino Machado Oliveira (autor).

            Resumo:
            O juiz Domingos José da Costa Sobrinho ordenou que o réu José Leonardo Florindo fizesse um Juramento de Alma, prometendo pagar uma dívida em dinheiro ao credor Severino Machado Oliveira. Como José Leonardo não pagou a dívida, seus bens foram penhorados, incluindo um cavalo e utensílios de montaria.

            Atuaram no processo:
            juiz municipal Domingos José da Costa Sobrinho;
            escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            procurador Manuel do Nascimento Ramos;
            oficial de justiça/pregoeiro Joaquim Afonso Pereira.

            Localidade relevante:
            Vila de São José (atual cidade de São José, Santa Catarina).

            Compõe o processo:
            Pagamento de custas.

            Ação de Libelo Cível de Izabel Rodrigues
            BR SC TJSC TRRJ-52707 · Processo · 1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de Libelo Cível realizado na vila de São José, à época sob a Segunda Comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Francisco Jacinto Fernandes (requerente);
            Fermiana Jacinto Fernandes (requerente);
            Izabel Rodrigues (réu).

            Resumo:
            Neste processo de libelo cível, Francisco e Fermiana pedem que Izabel Rodrigues pague as pendências que ficaram do inventário de seu falecido marido. Após ser notificada, a requerida foi pregoada. Uma conciliação foi posta como possível solução. Além disso, existe a possibilidade do processo estar incompleto.

            Atuaram no processo:
            juiz José Francisco de Sousa;
            escrivão Joaquim Francisco d’Assis e Passos;
            pregoeiro Joaquim Afonso Pereira.

            Localidades relevantes:
            vila de São José;
            vila de Laguna;
            Capoeiras.

            Auto de sequestro dos bens de Manuel da Cruz
            BR SC TJSC TRRJ-78116 · Processo · 1822
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de sequestro de bens ocorrido na vila de Lages, na época sob a comarca de Santa Catarina.

            É parte neste processo:

            • Manuel da Cruz (réu).

            Resumo:

            • Esta autuação efetua o sequestro dos bens do réu Manuel da Cruz, a fim de efetuar o pagamento do selo e das custas de um processo de devassa. O caráter da devassa não é revelado, mas réu é denominado como um “criminoso de morte” ao longo do processo. Dentre os bens, constam animais, utensílios, ferramentas, vestimentas, prataria e mercadorias — dentre estas, constam cargas de milho e feijão.

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Atuaram neste processo:

            • Depositário José Maria da Conceição;
            • Escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            • Juiz/Alferes Francisco José de Santa Anna e Sousa;
            • Oficial de justiça/porteiro Francisco do Amaral;
            • Procurador Eugênio da Silva Ribeiro.
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Autos de Execução de Izidoro Botelho
            BR SC TJSC TRRJ-62816 · Processo · 1820
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Execução realizado na cidade de Desterro, Comarca de Santa Catarina.

            Partes:
            Izidoro Botelho (exequente);
            Alexandre Grant (executado).

            Resumo:
            Izidoro Botelho busca realizar um auto de execução contra o réu Alexandre Grant, de nacionalidade americana, por dívida não paga. O juiz/ouvidor da comarca de Desterro determina audiência conciliatória, no entanto, o réu não compareceu, e após dado prazo de pagamento não atendido, foi dada ordem de execução de embargos e penhora dos bens em posse do réu. Após o pregão as dívidas foram satisfeitas em virtude de diferentes pagamentos. Duas escravizadas, uma de nome Joanna (de nação Congo) e outra não nomeada, foram penhoradas para pagamento das custas dos autos.

            Atuaram no processo:
            juiz/ouvidor/corregedor Francisco Pereira Dutra;
            doutor ouvidor/corregedor Agostinho de Souza Loureiro;
            advogado Manoel da Silva e Souza;
            advogado Antônio de Mendonça;
            oficial justiça João Lopes Correa;
            porteiro Epifaneo Ferreira dos Santos;
            auditor João Ignacio da Silva;
            escrivão Polidoro do Amaral e Silva.

            Localidade: Nossa Senhora do Desterro; Freguesia de São José; Coqueiros; Nossa Senhora da Lappa do Ribeirão;

            Compõe o processo:
            Procuração;
            Auto de penhora.

            Variação de nome: Alexandre Sonart; Alexandre Grantton; Alexandre Grantt; Alexandre Garantr.

            Autos de Justificação de Celço Coelho de Lemos
            BR SC TJSC TRRJ-18262 · Processo · 1834
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Justificação realizado na vila de São Miguel, à época sob a Comarca do Norte da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Celço Coelho de Lemos (justificante e herdeiro);
            José Coelho Peneche (justificado e herdeiro);
            Francisco de lemos Regello (justificado e herdeiro);
            Maria Tereza de Jesus (justificado e herdeiro);
            Ignacio José de Carvalho (justificado e herdeiro);
            Vicente Coelho Ramos (falecido).

            Resumo:
            Os herdeiros do falecido Vicente Coelho Ramos requerem ao juiz uma audiência para tratar do pedido de prestação de contas e justificativa de dívidas do falecido. Eles apresentaram esses pedidos ao testamenteiro e inventariante, seu sobrinho Celço Coelho de Lemos. Após a audiência e a apresentação dos documentos de recibos de pagamento das dívidas para com os bens inventariados, as prestações de contas foram acertadas. O restante dos bens foram repartidos entre os herdeiros.

            Atuaram no processo:
            coletor Antônio Ignacio Pereira;
            curador Ignacio José de Carvalho;
            escrivão Amâncio José Ferreira;
            escrivão José Joaquim da Costa;
            oficial de justiça Cypriano Pereira de Simas;
            juiz de paz Henrique De Azevedo Lino Coutinho;
            juiz de orfãos José Joaquim Dias;
            juiz dos orfãos João de Amorim Pereira.

            Localidades relevantes:
            Vila de São Miguel (atual cidade de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            relação de dívidas;
            recibos de credores;
            recibo de selo;
            recibo da fazenda pública.

            Variação de nome:
            Testamenteiro e herdeiro Celso Coelho de Lemos.

            BR SC TJSC TRRJ-43387 · Processo · 1853
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de queixa crime da vila de Porto Belo, à época sob a Primeira Comarca da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Antônio Francisco de Souza Medeiros (queixoso);
            Antônio da Silva Apolinario (réu).

            Resumo:
            Antônio Francisco de Souza Medeiros enviou uma petição de queixa-crime ao juiz da vila de Porto Belo contra João Antônio da Silva Apolinario. Ele acusa João de entrar armado com um grande pedaço de madeira na casa do juiz de paz Faustino Antônio do Nascimento, fazendo ameaças e desrespeitando a autoridade local, além de cometer injuria e chamar o autor de "gago". O juiz da vila de Porto Belo abre uma audiência e convoca testemunhas através de um oficial de justiça para investigar o caso. Após ouvir ambas as partes, o juiz determina a condenação do réu e o pagamento das custas, conforme a lei.

            Partes do processo:
            escrivão Antônio Ramos Martins;
            escrivão Bernardino Antônio de Sena Feltro;
            juiz de paz Faustino Antônio do Nascimento;
            juiz municipal João Correa Rebello;
            juiz municipal José da Silva Mafra;
            oficial de justiça Ignacio José da Rocha;
            oficial de justiça José Maria Nunes;
            procurador Salvio Antônio de Sousa Medeiros.

            Localidades relevantes:
            freguesia de Camboriú (atual cidade de Camboriú, Santa Catarina);
            vila de Porto belo (atual cidade de Porto Belo, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            procuração;
            libelo crime acusatório.

            Variação de nome:
            Réu Antônio da Silva Appolinario

            BR SC TJSC TRRJ-19598 · Processo · 1815
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Carta precatória realizada em Laguna à época Vila de Santo Antônio dos Anjos da Laguna.

            Partes: Carlos José da Cunha (denunciante); Joaquim Antônio Monteiro (denunciante); Manoel Joaquim (réu);
            Jeronimo da Silva (réu)

            Resumo: O processo de carta precatória provém de um requerimento de auto de devassa. A carta é expedida pelo Juiz Thomaz José Freire, do juízo da vila de Santo Antônio dos Anjos da Laguna (atual cidade de Laguna) para o juízo da vila de Lages, (atual cidade de Lages). Relacionado à um crime de roubo em uma embarcação de nome Fumaça Monte Alegre, pelos marinheiros Manoel Joaquim e Jeronimo da Silva. É mencionado um mandado de busca e apreensão dos bens furtados. O delito ocorreu na vila de laguna, com a fuga dos réus para a vila de Lages.

            Atuaram no processo: Juiz Thomas José Freire; Escrivão Joao Batista Rodrigues

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro