Poder Judiciário de Santa Catarina

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            BR SC TJSC TRRJ-83500 · Processo · 1858-06-22
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autor: José da Silva Paranhos.
            Réus: José Francisco de Araújo e Maria Francisca

            Dívida. Hipoteca. Terrenos, casas. Laguna.

            Juiz municipal Coronel Luís Ferreira do Nascimento e Mello.
            Juiz municipal Francisco José de Senna Lopes.
            Juiz municipal Frederico Afonso de Barros.
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara.
            Escrivão Leonardo Jorge de Campos.
            Estreito, São José.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            BR SC TJSC TJSC-AJ-DC-CIV-24254 · Processo · 1898
            Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

            Partes:
            Antônio Ximenes de Araújo Pitada (Falecido)
            João Ximenes de Gouvea Cabral (Herdeiro)

            Obs. Capitão de Mar e Guerra; Rua Coronel Fernando Machado; diversos móveis e utensílios; quantia em dinheiro; objetos de ouro; Rio de Janeiro, contém biografia do falecido; guerra do Paraguai; para exposição;

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            BR SC TJSC TRRJ-20363 · Processo · 1857-1864
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de apreensão e arrecadação de bens realizados na vila de Lages, na época sob a comarca de São José da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Gertrudes Maria do Amaral (falecida e arrecadada);
            Antonio do Amaral Gurgel (inventariante e depositário).

            Resumo:
            Após o falecimento de Gertrudes Maria do Amaral, foi feito um auto de arrecadação e apreensão de seus bens por Antonio do Amaral Gurgel, já que Gertrudes não possuía nenhum herdeiro forçado. Os bens apresentados foram animais.

            Nesta ação, foram mencionadas cinco pessoas escravizadas, dos nomes: Pedro, Maria, Francisca, Maria e Antonia, designados como pardos. Os bens e pessoas escravizadas foram arrematados em praça pública.

            Foram feitos lances por Anacleto de Azevedo do Amaral, que solicitou por meio de pagamento as alforrias de Antonia e Maria, aceitas pelo juiz e pregoeiro presentes. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas.

            Mais tarde, o processo foi visto em correição, reconhecendo uma irregularidade nos pregões, e o juiz notificou os arrematantes para apresentar seus comprovantes de arrematações. Anacleto de Azevedo do Amaral prestou atualizações sobre Antonia e Maria, e foi apresentado o pagamento da meia siza (um imposto de 5% sobre transação de pessoas escravizadas nascidas na América Portuguesa).

            Atuaram no processo:
            avaliador Estacio Borges da Silva Mattos;
            avaliador João Luis de Andrade;
            coletor das rendas gerais e nacionais major Antonio Saturnino de Sousa e Oliveira;
            curador Diogo Teixeira Nunes;
            curador Paulo Lopes de Haro;
            escrivão agente Carlos Fernandes de Henriques;
            escrivão de órfãos e ausentes Antonio Ricken de Amorim;
            escrivão de órfãos e ausentes Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão interino Constancio Pereira de Souza;
            juiz de órfãos e ausentes terceiro suplente capitão José Marcellino Alves de Sá;
            juiz municipal José Nicolau Pereira dos Santos;
            pregoeiro público dos auditórios Domingos Leite.

            Localidades relevantes:
            comarca de São José;
            vila de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de alimpação dos bens;
            auto de apreensão e arrecadação dos bens;
            auto de arrematação;
            auto de praça;
            avaliação e carregação dos bens;
            contas;
            correição;
            petições;
            pregões;
            recibos;
            sentença;
            termo de avaliação;
            termo de declaração;
            termo de depósito;
            termo de louvação;
            termos de juramento.

            Variação de nome:
            Estacio de Silva Mattos;
            Jertrudes do Maria do Amaral;
            Paulo Lopes d’Haro.

            Autos cíveis de embargos contra João Pedro Machado
            TRRJ-59145 · Processo · 1863-03-12
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autor da ação: José Mendes da Costa Rodrigues.
            Dívida. Bens escondidos (peças de engenho, canoas).

            Juiz Municipal e do Comércio Joaquim Antônio de Camargo.
            Escrivão Antônio Ramos Martins.
            Oficial de Justiça Paulino José de Mello.
            Oficial de Justiça Pedro Medeiros de Souza Santa Anna.

            Zimbros, Freguesia de Porto Belo, Vila de São Sebastião da Foz de Tijucas, Comarca de São José.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto e Devassa da morte de Manoel José Ferreira
            BR SC TJSC TRRJ-51247 · Processo · 1827
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Manoel José Ferreira (vítima);
            A Justiça (autora);
            Bernardo, filho de Anna (réu);
            Felisberto de tal (réu);
            Joaquim José Leite (réu);
            José Marinheiro (réu).

            Província de Santa Catarina; devassa; juiz de fora; topônimo: Capoeira da Terra Firme, Freguesia de São José; topônimo: lugar Estreito, na Freguesia de São José; “fazenda na paragem da palhoça”.

            Amaro João Pinto;
            Antônio Pinto da Silva;
            Apolinário Ferreira;
            Claudino Maxado;
            Damazio da Silveira;
            Floriano Eloy de Medeiros, sargento mor, juiz de fora da turma civil e crime;
            Francisco Antônio de Freitas, escrivão;
            Francisco Barbosa de Mello;
            Hypolito José;
            Joaquim Gonçalves dos Santos, juiz;
            Joaquim da Silva Quaresma;
            João de Souza da Silveira;
            José Antônio Marques;
            José Joaquim dos Santos;
            José Leite;
            José Corrêa Fernandes;
            José Rodrigues de Anjos;
            José Silveira do Espírito Santos;
            Manoel José Ferreira;
            Manoel de Andrade;
            Silvano Ouriques;
            Vicente José de Gois Rebello, escrivão;
            Vicente Martins da Rosa;
            Victorino Cardoso, testemunha.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto de violação do artigo 111 do Código de Postura
            BR SC TJSC TRRJ-32867 · Processo · 1862-02-17
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Réus: Manoel Luís Alves de Brito, José Feliciano, João José Pinheiro, Marcelino de Bitancourt, Joaquim Pereira, Antônio Coelho da Costa, Rufino Valente, Francisco Porfirio dos Santos, Laurentino Machado, José Marcelino de Bitancourt, Maria Leonarda de Souza, Manoel Dutra Pereira, Antônio José da Silva, Alexandre Manoel de Bitancourt, Francisco de Souza Lisboa e José Joaquim Pinheiro.

            Construção de caminho e limpeza da testada de terrenos. Abertura de estradas. Código do Processo Criminal. Art. 85 da Lei de 1º de outubro de 1828. Código de Posturas. Art. 111 do Código de Posturas da Câmara Municipal. Problemas com a comunicação dos proprietários de terrenos a respeito do cumprimento do Código de Posturas. Ação improcedente. Sem pagamento de multas. Decisão contestada.

            Juiz Affonso Cordeiro de Negreiros Lobato.
            Escrivão Joaquim do Amaral e Silva Ferrão.
            Escrivão José Luís Alves de Brito.
            Subdelegado de polícia José Henriques da Cunha.
            Fiscal da Câmara José Rodrigues da Silva.
            Inspetor de Quarteirão Francisco Maria da Cunha Júnior.
            Inspetor do 6º Quarteirão José Pacheco de Souza.
            Procurador da Câmara Municipal Anastácio Silveira de Souza.

            São Francisco de Paula de Canasvieiras; Freguesia de Canasvieiras;

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            TRPOA-40009 · Processo · 1887-08-23
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Manoel José de Oliveira (advogado e testamenteiro).
            Inventário de Francisco José da Silva e sua esposa Francisca Ignacia de Jesus
            Elisiaria Amália da Silva (herdeira).

            Relicário de ouro, peças de prata, dinheiro.

            Juiz municipal Felisberto Elísio Bezerra Montenegro.
            Juiz municipal Major Afonso de Albuquerque e Mello.
            Escrivão Antônio Tomé da Silva.
            Escrivão Leonardo Jorge de Campos.

            Desterro, Comarca da Capital.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            BR SC TJSC TRRJ-29028 · Processo · 1843
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Requerimento realizado na Vila de Lages, na época sob a Comarca do Norte.

            Partes do processo:
            Thimótio Sutil de Oliveira (menor; requerente);
            Maria do Carmo (requerida);
            Joaquim Fernandes da Fonceca (curador geral).

            Resumo: Requerimento para a emancipação de Thimótio Sutil de Oliveira, no qual se encontra em busca do aval do juiz para administração dos bens do falecido Gabriel José de Oliveira, pai de Thimótio.

            Atuaram no processo:
            curador geral Joaquim Fernandes da Fonceca;
            escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            juiz João Thomaz e Silva;
            vigário João Vicente Fernandes;
            signatário Francisco Ferrás de Campos;
            signatário Joaquim José Henriques;
            signatário Luiz Gonzaga d'Almeida.

            Variação de nome:
            Joaquim Fernandes da Fonseca;
            João Tomaz e Silva.

            Auto de sequestro dos bens de Manuel da Cruz
            BR SC TJSC TRRJ-78116 · Processo · 1822
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de sequestro de bens ocorrido na vila de Lages, na época sob a comarca de Santa Catarina.

            É parte neste processo:

            • Manuel da Cruz (réu).

            Resumo:

            • Esta autuação efetua o sequestro dos bens do réu Manuel da Cruz, a fim de efetuar o pagamento do selo e das custas de um processo de devassa. O caráter da devassa não é revelado, mas réu é denominado como um “criminoso de morte” ao longo do processo. Dentre os bens, constam animais, utensílios, ferramentas, vestimentas, prataria e mercadorias — dentre estas, constam cargas de milho e feijão.

            São mencionadas as seguintes localidades:

            • Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
            • Cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Atuaram neste processo:

            • Depositário José Maria da Conceição;
            • Escrivão Camillo Justiniano Ruas;
            • Juiz/Alferes Francisco José de Santa Anna e Sousa;
            • Oficial de justiça/porteiro Francisco do Amaral;
            • Procurador Eugênio da Silva Ribeiro.
            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Auto de pobreza de Maria Gertrudes
            BR SC TJSC TRRJ-12134 · Processo · 1847
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de pobreza realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Nicolao Born (falecido);
            Maria Gertrudes (requerente e inventariante).

            Herdeiro:
            João Born (menor).

            Resumo:
            Maria Gertrudes, viúva de Nicolao Born e responsável pelo inventário dos bens deixados por ele, morador da vila São José, pediu ao juiz que fosse concedido um auto de pobreza. Ela fez esse pedido para não precisar pagar o valor do selo exigido no processo.

            Nicolao deixou um filho menor de idade como herdeiro. Entre os bens deixados estão: terras, casas, móveis, utensílios domésticos e também dívidas.

            O pai de Nicolao informou que parte das terras foi vendida sem autorização judicial, com o objetivo de pagar dívidas e as despesas do funeral.

            Depois de analisar todos os bens e a situação do inventário, o juiz decidiu que seriam cobradas as custas fazendárias, ou seja, os valores devidos ao Estado pelo andamento do processo.

            Atuaram no processo:
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão Francisco Xavier de Oliveira;
            juiz Domingo José da Costa Sobrinho;
            juiz João Francisco de Souza;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

            Localidades relevantes:
            vila de São José (atual município em Santa Catarina);
            comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Compõem o processo:
            recibo de pagamento de custas;
            termo de juramento de curador;
            termo de juramento de partidor.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro