Poder Judiciário de Santa Catarina

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos hierárquicos

        Poder Judiciário de Santa Catarina

        Termos equivalentes

        Poder Judiciário de Santa Catarina

          Termos associados

          Poder Judiciário de Santa Catarina

            1075 Descrição arquivística resultados para Poder Judiciário de Santa Catarina

            10 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            Autos de Devassa de Anna Joaquina
            BR SC TJSC TRRJ-44835 · Processo · 1817
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Devassa na vila de Nossa Senhora do Desterro, à época comarca de São Pedro do Rio Grande e de Santa Catarina.

            Partes do processo: Anna Joaquina (autora da denúncia); Procuradoria (recebeu a denúncia).

            Resumo: O juiz recebeu uma denúncia dizendo que alguém teria invadido o sítio da senhora Anna Joaquina, que mora na freguesia de São José, na vila de Nossa Senhora do Desterro e roubado algumas plantas. Depois de fazer um exame no local, o juiz chamou 26 pessoas da vizinhança, que eram lavradores, para testemunhar. Mas nenhum deles sabia de nada sobre o suposto roubo. No fim, o juiz concluiu que não houve furto e que a denúncia não tinha fundamento.

            Atuaram no processo: escrivão João Francisco Cidade; juiz de fora Ovídio Saraiva de Carvalho e Silva.

            Localidades relevantes: freguesia de São José; vila de Nossa Senhora do Desterro.

            Compõem o processo: custas de selo; depoimentos de testemunhas.

            Autos de Exame e de Perguntas de Florentina Benta Firmina
            BR SC TJSC TJSC-AJ-65928 · Processo · 1912
            Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

            Partes:
            Leopoldina Bento Ferreira (requerente, mãe)
            Florentina Benta Ferreira (vítima, menor);
            José Antônio de Valgas (acusado).

            Acusado confessa ter namorado e deflorado a vítima, tendo prometido casar com a vítima para reparar o mal.
            Antônio Vicente Bulcão Viana, médico perito.
            Joaquim David Ferreira Luna, médico perito.
            Manoel C. Guimarães, escrivão.
            Agenor Neves Pires, subdelegado de polícia.
            Rua Conselheiro Mafra (capital).
            Rua Anna Schutel (capital).
            Lugar Barra do Aririu.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Autos de Execução de Joaquim Teixeira Vianna
            BR SC TJSC TRRJ-58666 · Processo · 1826
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Sentença Civel de Ação de Juramento de Alma realizado na Capital, cidade de Desterro, na época sob o nome Ilha de Santa Catarina

            Partes do processo:
            tenente João da Costa Pereira Dinis (executante);
            Joaquim Teixeira Vianna (réu).

            Resumo: É requerido pelo tenente João da Costa Pereira Dinis a execução de pagamento de uma dívida pelo réu Joaquim Teixeira Vianna, devido à compra de uma fazenda, não havendo o pagamento no prazo estipulado. Após o prazo definido pelo juiz, o réu não compareceu à audiência, e o juiz decretou o juramento de alma para que o réu cumprisse a ordem de pagamento. Como o réu não pagou a dívida dentro do prazo, o juiz determinou embargos de bens e penhora, sendo entregues a um fiel depositário. O processo terminou com o pagamento das dívidas e do selo.

            Atuaram no processo:
            escrivão e tabelião Antonio Lopes da Silva;
            escrivão e tabelião Vicente Jozé de Góis Rebello;
            escrivão e tabelião Joaquim Jozé de Souza Medeiros;
            procurador Francisco Joze Maria da Silva;
            procurador e advogado capitão Francisco Jozé Rebello;
            advogado Manoel da Silva e Souza;
            alcaide Jozé de Souza Freitas;
            depositário Alexandrino Fernandes Camaxo;
            juiz de fora e desembargador doutor Antonio Pereira Barreto Pedrozo.

            Localidades relevantes:
            Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina);
            Enseada do Brito.

            Compõe o processo:
            Petição inicial;
            Procurações;
            Auto de penhora e apreensão de bens;
            Termos de Conclusão.

            Variação de nome:
            Enciada do Brito.

            Autos de Habilitação de Maria da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-29034 · Processo · 1841
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Habilitação realizado na Vila de Lages, Comarca do Norte.

            Partes do processo: Maria da Silva (justificante).

            Resumo: Habilitação de Maria da Silva, mãe do falecido João Salvador, para herdar os bens que ficaram de seu falecimento.

            Variação de nome: José Jacinto de Oliveira

            Atuaram no processo:
            Coletor Antônio Saturnino de Souza Oliveira;
            Coletor Generoso Pereira dos Anjos;
            Escrivão Manoel Francisco da Silva
            Juiz José Jacintho de Oliveira;
            Signatário Joaquim José Henriques.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            TRPOA-21528 · Processo · 1878-03-11
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Francisca pretendia habilitar-se como tutora de seu filho. Francisca era viúva de Francisco Marques da Rosa.

            Juiz de Direito Antônio Augusto da Costa Barradas.
            Juiz municipal Coronel José Feliciano Alves de Brito.
            Curador geral de órfãos Candido Gonçalves de Oliveira.
            Escrivão José de Miranda Santos

            Rio Vermelho, Desterro.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Autos de Inventário Amigável de Manoel de Cordova
            BR SC TJSC TRRJ-19765 · Processo · 1865
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario realizado na cidade de Lages, à época sob a Comarca de Lages.

            Partes do processo:
            Manoel de Cordova (inventariado);
            José da Costa Varella Junior (inventariante).

            Herdeiros:
            Carolina Damaceno de Cordova;
            Luis Manoel Damaceno;
            Estevão Manoel Damaceno.

            Resumo: É feito o inventário e partilha amigável dos bens do falecido Manoel de Cordova por seus herdeiros, havendo entre os bens descritos 7 pessoas escravizadas de nomes: Maria, Juliana, Cândida (menor), Antônia (menor), Salvador (menor), todos descritos como crioulos; Oliveira e Joana, sem maiores descrições ou detalhes.

            Atuaram no processo:
            escrivão José Luiz Pereira;
            signatário Generoso Pereira dos Anjos;
            signatario Antonio Ribeiro dos Santos;
            juiz municipal Laurentino José da Costa.

            Localidades relevantes:
            cidade de Lages.

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Relação de herdeiros;
            Relação de bens;
            Partilha e pagamento aos herdeiros;
            Contas;
            Conclusão.

            Autos de inventário de João Gularte da Silva
            BR SC TJSC TRRJ-10901 · Processo · 1870-1885
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Domingas Rosa de Jesus (inventariante);
            João Gularte da Silva (falecido).

            Herdeiros:
            Alexandre Jorge de Campos;
            Anna;
            Claudino Gularte da Silva (neto);
            Cypriano Gonçalves Pereira;
            Firmino Gularte da Silva (neto);
            Francisco de Faria Teixeira;
            Francisco Gularte da Silva;
            Gabriel Gonçalves Pereira;
            Jeremias Cardoso da Silva (co-herdeiro);
            Joaquim Gularte da Silva;
            João de Faria Teixeira;
            João Gonçalves Pereira (neto);
            João Gularte da Silva (neto);
            João Vicente de Farias;
            Jose de Faria (neto);
            Jose Luciano da Silva (co-herdeiro);
            Laurentina (neta);
            Maria;
            Maria Rosa;
            Manoel de Faria Teixeira;
            Pedro Gonçalves Pereira;
            Polucenio Machado (co-herdeiro);
            Silveria (neta);
            Vicente Gonçalves Pereira;
            Zeferino Cardoso da Silva (co-herdeiro).

            Resumo:
            Domingas Rosa de Jesus abre um inventário após o falecimento de seu marido, João Gularte da Silva. Os bens inventariados foram casas, ranchos, engenhos, terrenos, um forno de cobre, um alambique, animais, canoas, um carro e mobília. Além disso, são declaradas algumas dívidas deixadas pelo finado.

            São mencionadas no processo 10 pessoas escravizadas: Vicente, Marcelino, Antonio, Francisca, Justa, Custodia, Felizarda, Anna (menina de seis anos) e Maria, descritos como crioulos; e Victorino, de três anos, descrito como pardo.

            Ao decorrer do processo, foi anexado o testamento do falecido em forma de traslado. No documento, é revelado que Victorino seria considerado liberto após o falecimento de João Gularte. Mais tarde, um embargo foi autuado para contestar a avaliação dos bens; com isso, uma nova louvação de avaliadores foi realizada.

            Após avaliados, os bens e pessoas escravizadas passaram por um processo de partilha entre os herdeiros. Parte do patrimônio foi separada para o pagamento das dívidas; as pendências impugnadas foram repassadas para o foro ordinário. Marcelino abre petição para requerer seu direito à liberdade, por meio do pagamento da quantia em que foi avaliado.

            Há movimentação processual anulada, na folha virtual de número 196. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas pro rata e o alvará para a carta de liberdade a Marcelino. Foram nomeados tutores para representarem os herdeiros menores de idade, nas pessoas de Manoel de Faria Teixeira e Gabriel Gonçalves Pereira.

            Atuaram no processo:
            avaliador Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
            avaliador Candido Machado Severino;
            avaliador Manoel Claudino de Farias;
            coletor de rendas Amancio José Pereira;
            curador geral João Francisco Mafra;
            depositário João José Rosa;
            escrivão do juizo municipal Antonio Francisco de Medeiros;
            escrivão João Rodrigues Pereira;
            juiz Antonio Carlos de Carvalho;
            juiz José da Silva Ramalho Pereira;
            partidor Alexandre Jorge de Campos;
            partidor Francisco Gonçalves da Luz;
            procurador Claudio Francisco de Campos;
            procurador Jacintho Gonçalves da Luz;

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            rio Quebra Cabeça;
            Três Riachos;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            autos de avaliação dos bens;
            contas;
            correição;
            embargo;
            emenda da partilha;
            petições;
            procurações;
            termo de administração;
            termo de depósito;
            termo de descrição de bens;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            traslado de testamento.

            Autos de inventário de Manoel Antonio Machado
            BR SC TJSC TRRJ-10902 · Processo · 1870-1885
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário realizados na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manoel Antonio Machado (inventariado);
            Maria Thereza da Cunha (inventariante).

            Herdeiros:
            Agostinho;
            Candida;
            Candido.

            Resumo:
            O inventário de Manoel Antonio Machado foi conduzido por sua esposa, Maria Thereza da Cunha. O finado deixou herdeiros menores de idade e, com isso, a ação passou pela nomeação de um curador.

            Os bens inventariados foram terrenos, engenhos, um forno de cobre e uma casa. Consta no arrolamento um homem escravizado de nome Luis, descrito como pardo. Após avaliação, deu-se início a um processo de partilha entre os herdeiros e a viúva.

            A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata e notificou a inventariante para assinar termo de tutoria. Para ser nomeada tutora, Maria Thereza renuncia ao chamado “Benefício Veleiano”, que impedia a tutela dos herdeiros menores por parte de mulheres viúvas.

            Atuaram no processo:
            avaliador Manoel Claudino Vieira;
            avaliador Manoel Coelho da Cunha;
            curador geral José Francisco Mafra;
            escrivão João Rodrigues Pereira;
            juiz de órfãos primeiro suplente Antonio Carlos de Carvalho;
            partidor Alexandre Jorge de Campos;
            partidor Francisco Gonçalves da Luz;
            procurador João José Rosa.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            morro dos viveiros;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            correição;
            descrição e avaliação dos bens;
            petições;
            procuração;
            sentença;
            termo de tutoria;
            termos de louvação.