Partes do Processo:
Laurentina Maria de Sant´Anna (inventariado);
Elisbão Antunes Lima (inventariante);
Poder Judiciário de Santa Catarina
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Inventario na cidade de Desterro, à época comarca da capital da província de Santa Catarina.
Partes do processo: Laurinda Vicência da Silveira (inventariada); José Luciano Pereira (inventariante).
Herdeiros: Thomaz José pereira; Luísa Laurinda da Silveira; Manuel José Pereira; Maria Laurinda da Silveira.
Resumo: José Luciano Pereira realizou o inventário de Laurinda Vicência da Silveira, moradora da freguesia da Lagoa da Conceição, da cidade de Desterro. Os bens deixados por ela, incluindo casas, terras, animais, mobília, engenho de açúcar, engenho de farinha e dívidas, foram repartidos entre seus herdeiros, filhos, de comum acordo.
Atuaram no processo: avaliador Luís Manoel de Oliveira; avaliador Luiz Gonçalves Martins; escrivão João Narciso de Oliveira; escrivão Vidal Pedro Moraes; juiz Affonso de Albuquerque e Mello; partidor João Narciso de Oliveira.
Localidades: Lagoa da Conceição; Costa da lagoa; cidade de Desterro.
Compõem o processo: custas de selo.
Tribunal da Relação do Rio de JaneiroInventário realizado na Comarca da Capital, à época de Nossa Senhora do Desterro
Partes: Leonarda Francisca (inventariada); João Ignacio Gomes (inventariante);
Resumo: Inventário que faz João Ignacio Gomes de sua falecida esposa Leonarda Francisca, moradora da padraria de São Miguel (atual Biguaçu), com quem teve seis filhos. Dentre os bens os bens que a falecida possuía estão citados: casas, terras, engenho de farinha, prata, joias, animais, quantia em dinheiro, dividas e uma canoa. Além destes, há 5 escravizados, que são Miguel (Congo), Salvador (Cabinda), Maria (Conga), Maria (crioula) de idade de seis anos, e Adrianno (pardo). Contém ainda a divisão dos bens entre herdeiros e pagamento de dívidas.
Localidades:
- Desterro; Ilha de Santa Catarina;
- Freguesia de São Miguel da Terra Firme;
- Rio das Tijucas Grandes;
- Tijuquinhas;
Atuaram no processo:
- Escrivão Domingos Dias de Sousa Medeiros;
- Escrivão Affonso Ferreira;
- Avaliador Vicente Francisco Pereira;
- Avaliador Jose Francisco da Silva Serpa;
- Partidor Luis de Sousa Medeiros;
- Partidor Joze de Sousa Freitas;
- Juiz de Fora Joze Antonio da Luz;
- Juiz de Fora Manoel Moreira de Souza Meirelles;
- Juiz de Fora Anacleto Jose Pereira da Silva; Militar; Major;
Partes:
Lino Sutil de Oliveira; Gabriela de Oliveira Rosa (viúva e inventariante)
Ouro; prata; cobre; juiz João Tomaz e Silva; escrivão Generozo Pereira dos Anjos; animais; juiz Manoel Ribeiro da Silva; propriedades rurais; escravos.
Inventário realizado na Comarca da Capital, à época Vila de Nossa Senhora do Desterro, Ilha de Santa Catarina.
Partes do processo: Lourenço José da Roza (falecido); Anna Roza (inventariante).
Descrição: Lourenço faleceu deixando 5 filhos. Sua esposa, Anna, é a inventariante. Dentre seus bens estão objetos de cobre, móveis, engenho de farinha, casa, terras e 3 pessoas escravizadas: José (Benguela); Manoel (Moçambique) e Maria (Benguela). Contém traslado de testamento e termo de tutela, onde Adriano Francisco de Faria é citado para servir de tutor aos filhos menores do inventariado.
Atuaram no processo:
- Avaliador/alferes José Francisco da Silva Serpa; avaliador Vicente Francisco Pereira;
- Curador Joaquim Francisco de Assis Passos;
- Desembargador/corregedor Francisco José Nunes;
- Escrivão Manoel Antônio de Souza Medeiros; Escrivão Amâncio José Ferreira; Tabelião/escrivão Antônio Lopes da Silva; Escrivão Antônio de Proença Quintanilha;
- Juiz Florianno Eloy de Medeiros;
- Partidor José Joaquim Bernardes de Moraes; Partidor Luiz de Souza Medeiros.
- Signatário José de Souza Freitas.
Localidades mencionadas: Freguesia de São Miguel, Rio Biguaçu; Freguesia de São José da Terra Firme;
Variação de nome: Ana Rosa;
Inventário ocorrido na Comarca de Lages
São partes do processo: Lúcio Ferreira de Andrade (falecido); Anna Cavalheiro de Jesus (falecida); Ismael Ferreira de Andrade (autor); Antônio Waltrick (inventariante).
Descrição: Trata-se de um inventário pobre. Ismael Ferreira de Andrade, residente na comarca de São Joaquim da Costa da Serra e filho dos falecidos Lúcio Ferreira de Andrade e Anna Cavalheiro de Jesus, nomeou como inventariante Antônio Waltrick. Entre os bens que constam no inventário, há animais, terras e móveis. São mencionadas ao longo do processo as localidades de Quarteirão das Pedras Brancas e Quarteirão dos Índios.
Atuaram no processo: coletor João Augusto Xavier Neves; contador Antônio José Henriques; curador Emilio Bernardo Alberto Gischkow; diretor João José Godinho; escrivão Fernando Affonso de Athayde; escrivão Ernesto Baptista Goes; juiz Egydio Francisco das Chagas; juiz Alfredo Moreira Gomes; juiz Ayres Gama; signatário Amancio Moreira da Silva.
Variação de nome: Antônio Walktrich.
Tribunal de Justiça de Santa CatarinaInventário realizado na Cidade de Desterro.
Partes do processo:
Ludovina Antonia da Silva (inventariada);
João Antonio da Silva (inventariante).
Herdeiros:
Ignacio Antonio da Silva;
Margarida Antonia da Silva;
Maria Antonia da Silva;
Francisca Antonia da Silva;
Carolina Antonia da Silva;
Mafalda Antonia da Silva;
Jacintha Antonia da Silva;
Elizia Antonia da Silva;
Albina Antonia da Silva;
Resumo: Processo requerido por João Antonio da Silva, viúvo de Ludovina Antonia da Silva, nele contendo ouro, prata, joias, quadros, animais, roças de mandioca e cana, casas, engenhos, terras e dívidas. Neste inventário há o registro de 15 pessoas escravizadas, de nomes: Domingos, Manoel, Joana, Maria, Eustácio, Manoel, Florineia e Pedro - designados como crioulos; Joaquim, Francisco, José, Manoel, Joaquim, Vicente, Sebastião - descritos como de nação, alguns de Mina outros de Moçambique e Congo. Além disso, Pedro - escravizado recém nascido - passou por uma avaliação após o decorrer da avaliação.
Há um auto de precatória entre os juízos da Cidade de Desterro e o Juízo dos órfãos da vila de San José para avaliar os bens pertencentes ao inventariante que estão em posse dos herdeiros, em conjunto com a eliminação do monte mor alguns bens e dívidas para não causar contestações entre os herdeiros por parte do inventariante.
Atuaram do processo:
juiz municipal de órfãos Sergio Lopes Falcão;
escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
avaliador Bento Luis d’Alvim Vieira;
avaliador João Correia Fraga;
escrivão Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
avaliador Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
avaliador Manoel Joaquim Teixeira
avaliador Tristão José Moreira;
curador Candido Gonçalves d’ Oliveira;
procurador Caetano d’Araújo Figueiredo Mendonça Furtado;
juiz municipal João Francisco de Souza;
procurador Eleutherio Francisco de Souza;
partidor Joaquim José Varella;
partidor João Narciso de Silveira.
Localidades relevantes:
Freguesia do Ribeirão;
freguesia da Enseada do Britto;
termo de Garopaba;
Cubatão;
Aririú;
Vila de São José.
Inventário realizado na cidade de Desterro, comarca da Capital.
Partes do processo:
Ludovino Antonio Gonçalves (falecido);
Flora (falecida);
Antonio Augusto d’Aguiar (inventariante).
Herdeiros:
Adolpho Antonio Gonçalves (menor de idade);
Clementina Flora (menor de idade).
Resumo:
Neste processo foi conduzido o inventário de Ludovino Antonio Gonçalves, ex-escravizado liberto descrito como “preto”. Ele era viúvo de Flora, por sua vez descrita como “crioula”. Por seu falecimento, Ludovino deixou dois filhos menores de idade, de nomes Adolpho Antonio Gonçalves e Clementina Flora. Os dois herdeiros moravam em Desterro: Adolfo residia no Rio Tavares, enquanto Clementina morava na Rua do Príncipe. O inventariante de Ludovino foi o capitão Antonio Augusto d’Aguiar.
Em seguida, Manoel José Soares e José Alves Bezerra foram intimados para desempenhar papel de tutor dos herdeiros menores de idade, mas ambos recusaram. Assim, o inventariante Antonio Augusto d’Aguiar foi convocado para prestar o juramento da tutela.
Nomeados os avaliadores, passou-se então à descrição e avaliação dos bens. Ludovino deixou uma propriedade de terras; um cordão de ouro, com uma imagem de Nossa Senhora da Conceição e uma cruz.
Após a descrição, o juiz foi informado pelo escrivão que o inventariante e tutor dos herdeiros havia falecido; o escrivão disse, ainda, que um outro inventário havia sido feito há pouco tempo, tratando dos mesmos bens deste inventário.
Na sequência, em outro informe ao juiz, o escrivão alegou que os cuidadores de Adolfo e Clementina, respectivamente José Anastacio e Manoel José Soares, recusaram-se a assinar a tutela, pois desconheciam o suposto inventário que já havia sido feito.
O processo termina inconclusivo, sem sentença.
Compõem o processo:
arrolamento dos bens e sua avaliação;
auto de inventário e juramento de inventariante;
mandados de intimação;
relação e avaliação dos bens;
termo de audiência e louvação de avaliadores;
termos de juramento de avaliadores;
termos de tutela e juramento de tutor;
título de herdeiros.
Localidades relevantes:
Rua do Príncipe (atual rua Conselheiro Mafra, Florianópolis);
Travessão do capitão Antonio Augusto de Aguiar;
Rio Tavares (atual bairro em Florianópolis, Santa Catarina);
cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
comarca da Capital.
Atuaram no processo:
avaliador José Francisco Borges;
avaliador Propicio Octaviano Seara;
escrivão João de Miranda Santos;
escrivão de órfãos Antonio Thome da Silva;
escrivão de órfãos Vidal Pedro Morais;
juiz Felisberto Elysio Bezerra Montenegro;
juiz de órfãos Joaquim Augusto do Livramento;
juiz de órfãos José Ferreira de Mello;
juiz de órfãos segundo suplente coronel José Feliciano Alves de Brito.
Variações de nome:
Antonio Augusto de Aguiar (inventariante);
Adolfo Antonio Gonçalves (herdeiro; menor de idade).
Partes do Processo:
Luis da Costa Fagundes (inventariado);
Marianna Rosa de Jesus (inventariante);
Partes:
Luiz Eduardo Otto Horn
Francisca Carolina Formiga Horn