Inventario realizado na Capital, na época chamada de cidade de Desterro.
Partes do processo:
Maria Silveira da Conceição (inventariada);
Manoel Francisco de Fraga (inventariante).
Herdeiros:
Maria da Conceiçao de Fraga (menor)
Resumo:
É feito o inventário de Maria Silveira da Conceição, falecida esposa de Manoel Francisco de Fraga, não apresentando testamento, deixando uma herdeira menor. Dentre os bens avaliados constam terras, casas, mobílias, animais e dívidas, além de 3 pessoas escravizadas, de nomes: Felicia, descrita como parda, Rosa e Mathias, ambos descritos como crioulos. A herdeira de menor foi representada por seu curador. As dívidas passivas foram pagas. No processo consta na página 20 uma petição de Alexandre Antônio Pereira, sobre a herança de seu pai, estando relacionado a dividas referentes ao inventário da falecida.
Atuaram no processo:
escrivão Vidal Pedro de Moraes;
curador de órfãos advogado Candido Gonçalves de Oliveira;
procurador e signatário João Luiz do Livramento;
avaliador Ignacio Antonio da Silva;
avaliador Manoel Carlos Viganigo;
partidor João Narciso da Silveira;
partidor Domingos Dias de Souza Medeiros;
juiz de órfãos doutor Joaquim Augusto do Livramento.
Localidades relevantes:
freguesia do Ribeirão;
Costeira;
Lagoa da Conceição;
cidade de Desterro.
Compõem o processo:
Auto de juramento ao inventariante;
Titulo de herdeiro;
Louvação de avaliadores e partidores;
Juramento aos avaliadores;
Avaliação de bens;
Termo de declaração;
Juramento aos partidores;
Partilha dos bens;
Relação de contas.