Poder Judiciário de Santa Catarina

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            10 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            Inventário de Constância Maria da Conceição
            BR SC TJSC TJSC-AJ-DC-CIV-31220 · Processo · 1892
            Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

            Partes:
            Constância Maria da Conceição (falecida); José Joaquim da Costa (inventariante)

            Inventário pobre; Arrolamento; Casa; Rua dois de Janeiro (antiga rua Marechal Deodoro ); Rua Quintinho Bocaiuva; Terras; Fazenda Botiá; Curitibanos;

            Escrivão Filippe Nicoláo de Góss; Juiz José Antunes de Lima e Silva; Juiz Mauricio Ribeiro de Córdova; Curador Geral Emilio Virginio dos Santos; Contador Athayde; Folha solta; Processo danificado;

            Variação de nome; Rua Quintino Bocayuva; Coritibanos; Fazenda Butiá; Constatina Maria da Conceição;

            12 Folhas.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            BR SC TJSC TRRJ-11037 · Processo · 1865-1872
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario realizado na cidade de São José, comarca da Capital.

            Partes do processo:
            Constança d’Assumpção de Nossa Senhora (inventariada);
            Antonio João de Souza (inventariante).

            Herdeiros:
            Maria Amancia de Souza (menor);
            João (menor);
            Bunigua (menor);
            Thomazia (menor);
            José (menor).

            Resumo: Inventário realizado após a morte da esposa do inventariante, Constança d'Assumpção de Nossa Senhora, não sendo deixado testamento após seu falecimento. Apenas é descrito entre os bens da falecida a escravizada de nome Damasia, descrita como crioula e menor de idade. De forma a repartir o valor referente ao inventário, Damasia é vendida para pagar a todos herdeiros.

            Atuaram no processo:
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            curador geral dos órfãos interino João Climaco Zuzarte;
            avaliador João José de Araujo;
            avaliador capitão Miguel Francisco Pereira;
            partidor Constancio José da Silva Pessôa Junior;
            partidor Antonio Francisco de Souza;
            procurador João Francisco de Souza;
            juiz de órfãos primeiro suplente tenente coronel Luis Ferreira do Nascimento Mello.

            Localidades relevantes:
            freguesia de São Joaquim de Garopaba;
            São José.

            Compõe o processo:
            Petição inicial;
            Juramento ao inventariante;
            Termo de louvação de avaliadores;
            Avaliação de bens;
            Termo de louvação de partidores;
            Partilha de bens;
            Declarações;
            Relação de partilha de bens.

            Inventário de Clementina Vieira de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-90580 · Processo · 1861
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na villa de São José, na época sob a Comarca de São José.

            Partes do processo:
            Clementina Vieira de Souza (falecida);
            João Francisco de Souza (inventariante).

            Herdeiros:
            Caetana Candida de Souza;
            Francisco Tolentino Vieira de Souza;
            João Francisco de Souza Júnior;
            Maria Clementina de Souza;
            Thereza Leopoldina de Souza.

            Resumo:
            Neste processo de inventário, incompleto, consta a partilha dos bens da falecida Clementina Vieira de Souza, inventariada pelo seu viúvo João Francisco de Souza.

            Contém uma certidão de óbito referente a um homem escravizado chamado Dionísio, descrito como preto. Ele foi escravizado pelo inventariante, e foi sepultado no cemitério público da cidade de São José. Dionísio estava sendo listado como um bem dentro do inventário; por conta de seu falecimento, o inventariante peticionou para que o falecido escravizado fosse retirado do rol.

            A totalidade dos bens, após descontadas as dívidas, reuniaram um alto valor de 21.374.620 réis (21:374$620). Dentre os bens, constavam prata em obra; objetos cobre, chumbo e ferro; móveis, talheres, relógios, armas, e utensílios domésticos; 6 escravizados, homens e mulheres, de nomes Camilla, Delfina, Dionísio, Fortunato, Maria e Vicencia; casas, partes de casas e terras; dívidas e hipotecas.

            O processo tem as partilhas aprovadas, permitidas pelo juiz de órfãos para serem lançadas. Porém, o processo termina inconclusivo, pois não é acompanhado de sentença.

            Atuaram no processo:
            administrador do cemitério público Francisco Pereira Fernandes;
            juiz de órfãos Augusto Elisio de Castro Fonseca;
            partidor João Clímaco Zurarte;
            partidor Manoel Lourenço de Souza e Silva.

            Localidades relevantes:
            cemitério público de São José;
            cidade de São José;
            comarca de São José.

            Compõem o processo:
            certidão de óbito;
            partilha de bens.

            Inventário de Clemente José d'Abreu
            BR SC TJSC TRRJ-24800 · Processo · 1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario na cidade de Desterro, à época primeira comarca da província de Santa Catarina

            Partes do processo: Clemente José d’Abreu (falecido); Alexandrina Rosa de Jesus (inventariante).

            Herdeiros: Justino José d’Abreu; Ignácio José d’Abreu; Clarinda Rosa; Camillo José d’Abreu; Prudência Cândida de Jesus; João José de Abreu; Clarinda Maria de Abreu; Francisco José de Abreu.

            Resumo: Alexandrina Rosa de Jesus realizou o inventário de seu falecido marido Clemente José d’Abreu, morador de Praia de Fora. Os bens deixados por ele, incluem casas, terras, utensílios de cobre, ferramentas, dívidas e escravizados de nomes Francisco (nação Congo), Joao (nação Congo), Domingos (nação Congo), Caetano (crioulo), Antônio (crioulo), Militão (pardo), Maria (nação congo), Bathina (crioula), Joaquina (Crioula), Henriqueta (parda). Os bens do inventariante foram repartidos entre seus herdeiros, filhos e netos, de comum acordo.

            Atuaram no processo: avaliador Floriano José Vilella; avaliador Manoel José Luís Pinto; curador Candido Gonçalves d’Oliveira;
            escrivão José Honório de Souza Medeiros; juiz Sergio Lopes Falcão Cordeiro; partidor João Narciso da Silveira; partidor Joaquim José Varella.

            Localidades: praia de Fora; cidade de Desterro.

            Compõem o processo: custas de selo; juramento do avaliador; juramento do partidor; autos de partição.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Inventário de Clara Maria dos Santos
            BR SC TJSC TRRJ-30763 · Processo · 1867
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de inventário realizado na Comarca de Lages.

            Foram partes do processo: Clara Maria dos Santos (inventariada); Anastácio Gonçalves de Araújo (inventariante); João Luiz Vieira (inventariante).

            Descrição: Anastácio Gonçalves de Araújo foi nomeado inventariante do processo por João Luiz Vieira. Em seguida, contudo, João Luiz Vieira solicitou tornar-se o inventariante do processo. Entre os bens inventariados há terras, grande quantidade de animais, ferramentas, utensílios, joias, ouro, prataria e dívidas. Há 14 escravizados no inventário, sendo eles Manoel Machado, Marianno, João, Francisco, Maria, Rita, Maria, Lina, Felicidade, Abecelão, Rosa, Demetrio, Jerônimo e Sebastiana. São mencionadas as localidades de Invernada das Pelotas, Fazenda da Trindade, Rua nova. Consta ainda no inventário que Manoel Joaquim de Camargo é o tutor dos menores João, Prudente, Simão, Cândida, Maria, José, Belizaria, Antônio e Joaquina.

            Atuaram no processo: avaliador José Marcellino Alves de Sá; avaliador João Ferreira Machado; escrivão José Luiz Pereira; escrivão Generoso Pereira dos Anjos; curador geral Roberto Sanford; juiz Henrique Ribeiro de Cordova; juiz Ignácio Coelho d'Ávila; juiz Francelizio Adolpho Pereira Guimarães; oficial de justiça Antônio Pereira dos Santos.

            Variação de nome: Ignácio Coelho de Ávila; avaliador João Ferreira Maxado; Manoel Maxado; Roza; Invernada de Pelotas; Invernada das Pellotas.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Clara Maria de Jesus
            BR SC TJSC TRRJ-29490 · Processo · 1864
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Lages, na época sob a comarca de Lages, província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Clara Maria de Jesus (falecida);
            Isaías Alves Ribeiro do Amaral (inventariante);
            Generozo José de Oliveira (inventariante).

            Herdeiros filhos:
            Maria da Conceição de Oliveira;
            Maria Joaquina de Oliveira;
            Generozo José de Oliveira;
            Florisbela Maria de Oliveira.
            Manoel José de Oliveira;
            Felicidade.

            Herdeiros netos:
            Anna;
            José;
            Francisco;
            Antonio;
            Clara;
            Generoza;
            Maria;
            Izabel;
            Francisco;
            José;
            Joaquim;
            Maria Antonia;
            Francisco.

            Resumo:
            Isaías Alves Ribeiro do Amaral foi juramentado como inventariante e seria o responsável por conduzir o processo de inventário pelos bens de sua finada sogra, Clara Maria de Jesus. Porém, sua posição de inventariante foi contestada por Generozo José de Oliveira, filho da finada, que disse não confiar na pessoa de Isaías Alves Ribeiro do Amaral para realizar o processo de inventário e zelar pelos bens dela, pedindo a substituição do atual inventariante por outra pessoa. O cargo foi então ocupado pelo neto da finada, Francisco Alves de Carvalho, que, por sua vez, teve sua posição contestada pelo antigo inventariante, que disse ter sido removido sem motivo legal, e acusa o Generoso José de Oliveira de agir de má fé. Os bens do monte foram transferidos para o juiz de órfãos Laurentino José da Costa e permaneceram com o mesmo por não haver ninguém nomeado para desempenhar a função de inventariante.

            Isaías Alves Ribeiro do Amaral afirmou que ocupou o posto de forma legal, com nomeação e juramento, porém teve sua posição cessada antes mesmo do inventário começar. Ele pediu ao juiz para ser nomeado novamente, visto que ele ainda possuía alguns dos bens do monte e ninguém ocupou formalmente a função de inventariante. O inventário prosseguiu e Isaías Alves Ribeiro do Amaral continuou brevemente a desempenhar a sua função original, porém o juiz corregedor solicitou um novo inventariante, e Generozo José de Oliveira foi oficialmente nomeado para realizar a função.

            Na página 07 o inventariante solicita a realização de duas cartas precatórias, uma no Termo da Cruz Alta, na província do Rio Grande do Sul, com o intuito de citar o herdeiro tenente coronel João Antônio Antunes como cabeça de sua mulher Anna Joaquina de Oliveira, filha herdeira da falecida. A segunda carta precatória foi passada em Guarapuava, província do Paraná, para também citar Antonio de Andrade Camargo como cabeça de sua mulher Florisbela Maria de Oliveira.

            Entre os bens inventariados, destacam-se objetos religiosos, peças de montaria, utensílios de cozinha, objetos de prata, animais, pares de canastra, um rincão de campos denominado potreiro feio e dívidas passivas. Também foram descritos 08 escravizados, de nomes Leocádia (descrita como mulata clara), Camilla (descrita como negra, preta e crioula), Vitória (descrita como negra, preta e crioula), Antônio (descrito como mulato, 03 anos), Fortunato (descrito como crioulo e mulato, 02 anos), João (descrito como crioulo e mulato, 05 meses), Firmino (descrito como crioulo, 03 anos) e Miguel (descrito como crioulo).

            A partilha dos bens foi realizada com igualdade entre os herdeiros e julgada por sentença pelo juiz de órfãos Henrique Ribeiro de Cordova.

            A inventariada Clara Maria de Jesus doou, antes de falecer, o escravizado Firmino para sua neta Antônia, e o escravizado Miguel para seu filho Generozo José de Oliveira. O inventariante concordou com as avaliações, mas se opôs à doação do escravizado Firmino, no qual ele pediu para que o juiz em exercício avaliasse a situação. Além disso, consta também um termo de juramento aos herdeiros, co-herdeiros, procuradores e curadores para receberem suas meias colações, com o intuito de equilibrar a partilha dos bens entre os herdeiros.

            Francisco Alves de Carvalho foi juramentado como tutor dos órfãos menores da falecida inventariada, cargo deferido a ele pelo juiz de órfãos Henrique Ribeiro de Cordova. E devido sua responsabilidade como tutor, o curador geral dos órfãos Roberto Sanford solicitou ao juiz que Francisco Alves de Carvalho fosse citado para realizar a especialização e inspeção da hipoteca legal. O tutor afirmou que possuía uma propriedade (denominada invernada do cervo) em seu controle, que deveria, junto de outros bens, passar por ação de arbitramento. O juiz ficou de acordo com a ação, que foi posteriormente homologada, e a especialização foi julgada por sentença, na qual o juiz requereu que Francisco Alves de Carvalho administrasse a hipoteca legal de seus tutelados e pagasse as custas do processo.

            O juiz corregedor solicitou aos partidores que verificassem se as somas e avaliações do processo estavam corretas, no qual eles responderam através de um termo de declaração afirmando que a falta de exatidão das somas se deu pela escravizada Camilla, que já estava dada, fazendo com que faltasse uma quantia na terça do monte. O juiz corregedor respondeu que, por essa razão, a partilha estava errada, e informou que não cabia a ele decretar reforma da partilha, porém advertiu os partidores dos erros cometidos. O juiz corregedor informou o juiz de órfãos para que os bens da falecida fossem arrematados em praça pública e divididos igualmente entre os herdeiros. E, caso os herdeiros não comparecessem à praça pública, o juiz de órfãos deveria sequestrar os bens mencionados.

            Foi anexado ao processo um segundo inventário, sendo Carlos José de Oliveira o finado inventariado, e marido de Clara Maria de Jesus, a inventariante. O inventário procedeu na vila de Castro, e foram inventariados bens como animais, utensílios domésticos, objetos de prata, ferramentas, armas e dívidas do falecido. Além disso, foram mencionados 13 escravizados, de nomes José, João, Pedro, Miguel, Candido (13 anos), Izabel, Maria, Mariana (16 anos), Vitalina, Florentina (05 anos), Miguel (01 ano), Eugênia e seus dois filhos, José (01 ano) e Florencia.

            Nesta ação, a inventariante requereu que se passasse uma precatória para o juízo de órfãos de Lages, com o intuito de citar o herdeiro Izaias Pinheiro da Silva, na época morador em Campos Novos, para avaliar alguns escravizados que estavam em sua posse. Clara Maria de Jesus também solicitou uma segunda precatória, para o juízo do termo da Cruz Alta, a fim de citar o herdeiro João Antônio Antunes para fazer avaliação de um casal de escravizados sob sua responsabilidade. A partilha foi julgada por sentença e o juiz requereu o pagamento das custas do processo de maneira pro rata.

            Além do mais, foi anexado ao final do processo um autos de justificação de ausência em parte incerta, sendo Izaias Alves Ribeiro do Amaral o justificante, e o co-herdeiro tenente coronel João Antonio Antunes o justificado. Trata-se de uma ação cujo justificante requereu para que o justificado fosse citado para asssistir todos os termos do inventário, visto que estava ausente. Algumas das testemunhas afirmaram que, por fazer parte do exército e corpo da guarda nacional, o justificado teria morrido na guerra contra o Paraguai, ou ainda não teria retornado da guerra.

            Atuaram no processo:
            agente João Augusto Xavier Neves;
            árbitro Antonio Rodrigues Lima;
            árbitro Antonio Pereira dos Anjos;
            avaliador capitão Antônio Ricken de Amorim;
            avaliador Ignacio Dias Baptista;
            avaliador José Gonçalves Guimarães;
            avaliador Antonio Joaquim de Oliveira;
            curador Antonio de Andrade Camargo;
            curador geral dos órfãos Roberto Sanford;
            curador Jacinto José de Oliveira;
            curador Antônio Alves de Carvalho;
            escrivão e signatário Generozo Pereira dos Anjos;
            escrivão interino do juízo de paz Francisco Teixeira Guimarães;
            escrivão interino do juízo de paz Delfino Domingues Teixeira;
            escrivão Vicente Leite de Sampaio;
            escrivão do juízo de órfãos Anacleto Pereira Bueno;
            escrivão vitalício do juízo Thomas Nunes Barbosa;
            juiz de órfãos primeiro suplente em exercício José Joaquim da Cunha Passos;
            juiz de órfãos segundo suplente em exercício Laurentino José da Costa;
            juiz de órfãos primeiro suplente em exercício capitão Henrique Ribeiro de Cordova;
            juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães;
            juiz de órfãos Francisco de Paula Araujo Macedo;
            oficial de justiça José Joaquim da Costa;
            oficial de registro José Luiz Pereira;
            partidor Antonio Jose Candido;
            partidor Manoel João de Oliveira;
            partidor Joaquim José Marques de Souza;
            partidor Osberto Marques de Almeida;
            procurador Francisco Alves Carvalho;
            procurador José Joaquim Marques e Souza;
            procurador Joaquim José Henriques;
            signatário Gregorio Ferreira Maciel.

            Localidades relevantes:
            cidade de Lages;
            freguesia de São João dos Campos Novos;
            vila da Lapa;
            república do Paraguay;
            província do Sul;
            vila do Príncipe;
            vila de Castro;
            freguesia de Ponta Grossa;
            província de Corrientes.

            Compõem o processo:
            termo de juramento e declaração do inventariante;
            procuração;
            auto de inventário e declaração;
            termo de responsabilidade;
            termo de juramento ao curador;
            termo de louvação dos avaliadores;
            termo de juramento aos avaliadores;
            termo de juramento ao tutor;
            termo de juramento aos herdeiros, co-herdeiros, procuradores e curadores para receberem suas meias colações;
            Auto da partilha;
            exórdio;
            termo de declaração do tutor;
            termo de louvação em árbitros;
            termo de juramento aos árbitros;
            autos de justificação de ausência em parte incerta.

            Variação de nome:
            herdeiro neto Francisco Alves de Carvalleo.

            Inventário de Clara Joaquina
            BR SC TJSC TRRJ-22767 · Processo · 1856
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario realizado na Capital, à época conhecida como a cidade de Desterro.

            Partes do processo:
            Clara Joaquina (inventariada);
            José Vieira de Aguiar (inventariante).

            Herdeiros:
            Maria Joaquina da Conceição;
            Magdalena Roza da Conceição;
            Francisca Roza da Conceição;
            Manoel Vieira d'Aguiar;
            Roza Joaquina da Conceição;
            Manoel Vieira d'Aguiar;
            Maria Joaquina (menor);
            Profiro Francisco (menor);
            Anna Roza d'Jesus (menor);
            Francisca Roza (menor).

            Co-Herdeiros:
            Manoel Martins dos Santos.

            Resumo:
            José Vieira de Aguiar está fazendo o inventário da falecida Clara Joaquina, não havendo testamento. O inventariante nomeou como tutor Manoel Denis Pereira, por conta de sua maioridade e por ter herdeiros menores. Entre os bens avaliados no inventário constam: casas, terras, engenho de farinha, cobre, mobília, embarcação, ferramentas, roças de mandioca e de cana, animais e dívidas, além de 4 pessoas escravizadas de nomes: Domingos (descrito como de nação Moguollo); Joaquim (descrito como de nação Baguella); Catarina (descrita como de nação Mina); e um escravizado cujo nome não é descrito, sendo apenas referenciado como ""crioulo velho"". Em meio a partilha dos bens houve um engano na partição de algumas braças de terras e a pedido dos herdeiros foram feitos os ajustes necessário. O juiz determina concluso o processo ao final da partilha.

            Atuaram no processo:
            escrivão José Honorio de Souza Medeiros;
            escrivão Antonio Caetano Cavalheiro Gonçalves;
            curador dos órfãos Caetano d'Araujo Figueiredo Mendonça;
            signatário José de Souza Freitas Junior;
            signatário Peregrino Servita de Santiago;
            procurador e signatário Ignacio Antonio da Silva;
            procurador Manoel Diniz Vieira;
            avaliador Francisco Antonio Coelho;
            avaliador Ignacio Gonçalves Lopes;
            partidor João Narciso da Silveira;
            partidor Luis de Souza Medeiros;
            tutor Manoel Denis Pereira;
            juiz municipal e dos órfãos doutor Sergio Lopes Falcão.

            Localidades relevantes:
            cidade de Desterro (atual cidade de Florianópolis, capital de Santa Catarina)
            Sertão;
            distrito das Torres;
            Rio Grande do Sul;
            freguesia do Ribeirão;

            Compõem o processo:
            Petição inicial;
            Relação de herdeiros;
            Procurações;
            Termo de louvação;
            Termo de juramento;
            Avaliação de bens;
            Pedido de alforria;
            Traslado de escritura de liberdade;
            Auto de partilha;
            Nomeação de tutor;
            Contas.

            Inventário de Cipriano Pereira
            BR SC TJSC TRRJ-16714 · Processo · 1827
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Comarca da Capital, à época Vila de Nossa Senhora do Desterro.

            Partes do processo: Cipriano Pereira (falecido); Angelica Rosa (inventariante).

            Descrição: Cipriano faleceu deixando filhos e netos. Sua esposa, Angelica, é a inventariante. Dentre seus bens estão uma quantia em dinheiro, objetos de cobre, móveis, carroças, engenhos de farinha, terras, casas, animais e 9 pessoas escravizadas: Antônio (crioulo), Domingos (Congo), Manoel (Congo), José Roballo, Pedro (Congo), Laurentino (crioulo), Maria (crioula), Joanna, Rosa (Moçambique).

            Atuaram no processo: escrivão Manoel Antônio de Souza Medeiros; Juiz Florianno Eloy de Medeiros; curador Joaquim Francisco de Assis Passos; avaliador José Francisco da Silva Serpa; avaliador Vicente Francisco Pereira; partidor Luiz de Souza Medeiros.

            Localidade mencionada: Freguesia de São Miguel.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Catharina Joaquina da Silva
            TRPOA-9107 · Processo · 1874-08-26
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Zeferina Joaquina da Silva (filha e inventariante).
            Testamento.

            Francisco Duarte da Silva Sobrinho, irmão mais velho de Zeferina, solicita para si a função de inventariante (o juiz indefere esse pedido).

            Disputa por terras e casa com Florentino Alves Marinho. Despejo.

            Desentendimento entre Zeferina e Francisco Duarte, seu irmão mais velho. Francisco afirma que Zeferina, por ser inventariante, atenta contra a natureza do seu sexo, por não poder resolver simples embaraços e encarregar terceiros (fl. 67).

            Carta precatória a Francisco Ezequiel Tavares, na Vila de Itajaí.

            Alforria de escrava.
            Muitas pessoas deviam alguma quantia à Catharina Joaquina da Silva e essas pessoas eram moradoras de Santo Amaro, Palhoça, Enseada do Brito, Colônia de Teresópolis...

            Terras, engenhos de farinha e de açúcar, casas, utensílios domésticos, utensílios de trabalho.

            Juiz de Órfãos Capitão Antônio José da Costa (também presidente da Câmara de Vereadores de São José).
            Escrivão Joaquim Xavier de Oliveira Câmara.
            Francisco Tolentino Souza.

            Freguesia de Santo Amaro do Cubatão, Cidade de São José.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre