Poder Judiciário de Santa Catarina

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            TRRJ-30768 · Processo · 1867-02-26
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Maria Luiza do Carmo era viúva de Joaquim e, à época do inventário, esposa de Claudino José Gonçalves (inventariante).
            Bens insignificantes. Dívidas.

            Juiz de Órfãos Coronel Manoel Rodrigues de Souza.
            Escrivão Generoso Pereira dos Anjos.
            Curador geral dos órfãos Alferes Antônio Ricken de Amorim

            Lages, Comarca de Lages

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-8816 · Processo · 1867
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Manuel Antunes de Siqueira (falecido);
            Joaquina Thereza de Jesus (inventariante e primeira testamenteira).

            Herdeiros:
            Anna;
            Berto (neto);
            Domingos Antunes de Siqueira;
            Francisca Ignácia;
            José Antunes de Siqueira;
            José Godinho Mafra (co-herdeiro e tutor);
            Luis (neto);
            Luísa Rosa;
            Manoel Antunes de Siqueira Filho;
            Manoel Furtado (co-herdeiro);
            Maria Francisca (neta);
            Maria Joaquina (neta);
            Rita Antunes de Siqueira;
            Valério Antunes de Siqueira;
            Victorino Antunes.

            Resumo:
            Joaquina Thereza de Jesus abre um processo de inventário para os bens de Manoel Antunes de Siqueira, seu falecido marido. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e contou com a nomeação de um curador.

            Ao decorrer do processo, os herdeiros doam o valor necessário para pagar as despesas do enterro e sufrágio do finado, porque a viúva não tinha meios para tal; uma das doações fazia referência aos serviços de Ignacio, homem escravizado designado como pardo.

            Os bens arrolados foram casas, terrenos, mobília, um oratório, utensílios de cozinha, ferramentas, um ferro de engomar e quadros com pinturas de santos. É anexado à ação o testamento deixado pelo falecido, em que ele escreveu suas últimas vontades em vida; no documento testamentário, é revelado que o enterro do falecido deveria ser feito à vontade de sua esposa, que o faria como no estado de pobreza.

            Após avaliados, os bens passaram por partilha entre os herdeiros. A ação foi julgada por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata. Mais tarde, o processo foi visto em correição, em que o juiz corregedor afirma que houve a falta de citação de algumas partes, assim como observa algumas irregularidades em relação à partilha.

            Atuaram no processo:
            avaliador Alexandre Eloy d’Azevedo Coutinho;
            avaliador Cândido Machado Severino;
            coletor Antônio Carlos de Carvalho;
            curador Antônio Carlos de Carvalho Junior;
            escrivão interino Antônio Francisco de Medeiros;
            escrivão e partidor Antônio Joaquim de Vargas;
            juiz corregedor Manoel Vieira Tosta;
            juiz de órfãos José Maria do Valle Júnior;
            partidor Francisco Gonçalves da Luz;
            procurador José Victorino de Faria.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            estrada pública;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            correição;
            petições;
            procuração;
            recibos;
            termos de descrição de bens;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            comarca de São Miguel;
            Manuel Antunis de Siqueira.

            BR SC TJSC TRRJ-12134 · Processo · 1847
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Auto de pobreza realizado na vila de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Nicolao Born (falecido);
            Maria Gertrudes (requerente e inventariante).

            Herdeiro:
            João Born (menor).

            Resumo:
            Maria Gertrudes, viúva de Nicolao Born e responsável pelo inventário dos bens deixados por ele, morador da vila São José, pediu ao juiz que fosse concedido um auto de pobreza. Ela fez esse pedido para não precisar pagar o valor do selo exigido no processo.

            Nicolao deixou um filho menor de idade como herdeiro. Entre os bens deixados estão: terras, casas, móveis, utensílios domésticos e também dívidas.

            O pai de Nicolao informou que parte das terras foi vendida sem autorização judicial, com o objetivo de pagar dívidas e as despesas do funeral.

            Depois de analisar todos os bens e a situação do inventário, o juiz decidiu que seriam cobradas as custas fazendárias, ou seja, os valores devidos ao Estado pelo andamento do processo.

            Atuaram no processo:
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão Francisco Xavier de Oliveira;
            juiz Domingo José da Costa Sobrinho;
            juiz João Francisco de Souza;
            partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros.

            Localidades relevantes:
            vila de São José (atual município em Santa Catarina);
            comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Compõem o processo:
            recibo de pagamento de custas;
            termo de juramento de curador;
            termo de juramento de partidor.

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-11035 · Processo · 1862-1864
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventario realizado na cidade de São José, Comarca de São José.

            Partes do processo:
            Cyprianna Ritta de Jesus (inventariada);
            João Nunes (inventariante).

            Herdeiros:
            Maria.

            Resumo: Inventário requerido por João Nunes, preto liberto e esposo viúvo da falecida Cyprianna Ritta de Jesus - também liberta; nele contendo terras, uma casa e dívidas passivas. O inventariante é declarado pobre.

            Atuaram no processo:
            escrivão de órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            signatário Manoel de Freitas Sampaio;
            curador geral de órfãos Manoel Pinto de Lemos;
            subdelegado de polícia Martinho Ferreira da Cunha;
            juiz Gaspar Xavier Neves;
            juiz dos órfãos João Francisco de Souza;
            juiz dos órfãos Nicolao Affonso de Carvalho;
            juiz dos órfãos primeiro suplente tenente coronel Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            juiz dos órfãos segundo suplente Frederico Affonço de Barros;

            Localidades relevantes:
            freguesia de Santo Amaro do Cubatão;
            rio Cubatão;
            Ponta.

            Compõe o processo:
            Petição inicial;
            Avaliação dos bens;
            Importancia de crédito;
            Atestado de pobreza;
            Auto de inventário;
            Juramento ao inventariante;
            Auto de partilha;
            Contas.

            Variação de nome:
            Sipriana Rita de Jezus.

            BR SC TJSC TRPOA-59149 · Processo · 1874
            Part of II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca de São Sebastião da Foz do Tijucas.

            Partes do processo:
            Maria Silveira (inventariada);
            Manoel Silveira de Souza (inventariante).

            Herdeiros:
            Andre Francisco Ferreira;
            José Silveira de Souza;
            Honorato Francisco Ferreira;
            Manoel Silveira de Souza;
            Wencesláu Silveira de Avis;
            Anna;
            Custodio;
            Francisca;
            Leopoldina;
            Maria;
            Manoel (menor);
            Maria (menor);
            Matheus (menor).

            Resumo:
            Neste processo, foram inventariados os bens de Maria Silveira, a falecida esposa de Manoel Silveira de Souza, que atuou como inventariante.

            Após listados os herdeiros, os bens foram sumariamente descritos. Em seguida, foram nomeados avaliadores para conferir os valores aos bens do inventário, que passaram por uma segunda descrição mais detalhada.

            Foram listados mais bens: três casas, sendo duas de morada, cobertas de telhas e em mau estado; uma destas era de pau a pique. A outra casa era de um engenho de farinha, coberta de palha, e em péssimo estado; foi descrita como “estando a cair”. Havia também mais dois terrenos. As propriedades estavam situadas na colônia da Armação, na localidade de “Fagundes”, e um dos terrenos tinha fronteira com o travessão geral.

            Além disso, havia mobília, um forno e um tacho (ambos de cobre), e o “monte” do engenho de açúcar (o conjunto de equipamentos usados para a moagem da cana).

            Em seguida, os herdeiros manifestaram estar de acordo com os valores estipulados pelos avaliadores, e procedeu-se à partilha dos bens avaliados. Para a partilha, não foram nomeados partidores; ela foi conduzida pelo juiz, com apoio do escrivão.

            A divisão da partilha foi procedente, mas outro juiz apontou irregularidades: por conta do baixo valor (“insignificância”) da herança, o inventário deveria ter sido feito na forma de auto de pobreza; além disso, não foram nomeados tutores para os menores órfãos resultantes do falecimento da inventariada. Logo, o juiz ordenou que Honorato Francisco Ferreira fosse, “sem perda de tempo”, nomeado como tutor.

            Depois disso, em um informe escrito pelo escrivão, ele avisou ao juiz que o inventariante não pôde pagar o selo do inventário pois não tinha dinheiro; mas comprometeu-se a arranjar a quantia necessária para dois meses mais tarde. Porém, tendo também chegado a data, o inventariante ainda não tinha conseguido angariar o dinheiro necessário. Da mesma forma, Honorato afirmou não ser capacitado de tornar-se tutor de seus irmãos, pelo fato de que também não tinha dinheiro o suficiente para arcar com as despesas do registro hipotecário. O juiz, então, intimou o inventariante para concluir o processo dentro de 48 horas, sob pena de sequestro dos bens; e o tutor foi convocado a prestar o juramento de tutela, dispensando-se o registro hipotecário por conta do valor irrisório das heranças.

            Assim, na sentença, o juiz ordenou que a partilha fosse efetivada, e obrigou os interessados ao pagamento das custas do processo.

            Nas folhas finais do processo, Honorato Francisco Ferreira pediu exoneração de sua função de tutor, pois os menores a serem tutelados, seus irmãos, estavam no poder de seu outro irmão, José Francisco de Souza; e peticionou pela nomeação de outro tutor em seu lugar.

            Atuaram no processo:
            avaliador Francisco Pedro da Rosa;
            avaliador Manoel Antonio Rachadel;
            coletor de rendas Verissimo Bento Ferreira;
            contador Campos;
            escrivão fiscal João Theodoro Corrêa;
            escrivão de órfãos João Rodrigues Pereira;
            juiz Honorio Pereira Coimbra;
            juiz de órfãos major José Luiz Coelho Ramos;
            juiz de órfãos Amancio Concesso de Cantalice;
            juiz de órfãos primeiro suplente tenente-coronel José da Silva Ramalho Pereira;
            signatário Alexandre Jorge de Campos;
            signatário José Francisco Mafra;
            signatário Porfirio José do Amaral.

            Localidades relevantes:
            Armação da Piedade (atual Praia da Armação da Piedade, no município de Governador Celso Ramos, em Santa Catarina);
            Colônia da Armação;
            Fagundes;
            travessão geral;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            comarca de São Sebastião da Foz do Rio Tijucas (atual comarca de Tijucas).

            Compõem o processo:
            auto da partilha;
            contas;
            descrição de bens;
            descrição e avaliação dos bens;
            imposto de transmissão de propriedade;
            louvação para acrescimento do inventário;
            recibos;
            relação de bens avaliados;
            sentença;
            termo de juramento de avaliadores;
            termo de juramento e declaração de inventariante;
            termo de louvação de avaliadores;
            termo de ratificação e encerramento;
            termos de tutela;
            título de herdeiros.

            Untitled
            BR SC TJSC TRRJ-29315 · Processo · 1871-1889
            Part of I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Lages, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            João Francisco Gomes (falecido);
            Joaquina Ribeiro Borges (inventariante).

            Herdeiro:
            Manoel.

            Resumo:
            O inventário dos bens do finado João Francisco Gomes começou por meio do curador de órfãos, Diogo Duarte Silva da Luz. A viúva Joaquina Ribeiro Borges havia extrapolado o prazo para a abertura do processo de inventário e, após iniciado pelo representante, a ação prosseguiu em nome dela.

            Os bens apresentados na ação foram animais, itens de montaria, passadores de prata, jóias, um terreno descrito como “Campos da Fazenda de São Matheos” e casas. Também foi mencionado um menino escravizado de nome Joaquim, descrito como pardo e tendo 8 anos de idade. A inventariante declarou dívidas ativas e passivas durante a autuação de avaliação dos bens.

            No decorrer do processo, o procurador Antonio Ribeiro dos Santos foi chamado para representar a inventariante. As dívidas foram pagas durante a partilha do patrimônio, e os bens foram separados igualmente entre os herdeiros. A ação foi julgada por sentença e o juiz requereu o pagamento das dívidas de maneira pro rata, assim como uma tutoria para o herdeiro menor de idade, que teve o termo de tutela assinado por Firmino Jose Nunes.

            Joaquim Firmino Nunes, como procurador do tutor colocado na posição de réu, torna-se representante para prestar contas sobre as vivências do herdeiro Manoel. Por petição, é afirmado que o menino vivia em uma situação de “miséria” com sua mãe e que não tinha acesso à educação; assim, foi requerido a entrega de Manoel ao tutor.

            Além disso, foi determinado que o tutor realizasse o pagamento de uma quantia de dinheiro ao autor de um requerimento e credor no finado, Roberto Sanford. O auto de contas foi julgado por sentença, e o juiz determinou a arrematação dos bens de raiz e que a quantia arrecadada fosse depositada na tesouraria, até que Manoel chegasse na maior idade.

            Mais tarde, foi nomeado um novo tutor, Manoel Saturnino de Sousa e Oliveira, e Firmino Jose Nunes foi responsável pelo pagamento de suas dívidas a Manoel e o custo da ação de contas.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Palhano de Jesus;
            avaliador João Pereira da Silva;
            curador geral dos órfãos capitão Antonio Ricken de Amorim;
            curador geral dos órfãos Diogo Duarte Silva da Luz;
            curador geral dos órfãos Geraldino da Silva Caecho;
            curador geral de órfãos Francisco Victurino dos Santos Furtado;
            escrivão de órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão de órfãos João Jose Theodoro da Costa;
            escrivão de paz Fortunato Dias Baptista;
            escrivão interino Felippe Nicolao de Goes;
            juiz de direito Jeronimo Martins de Almeida;
            juiz de órfãos suplente capital Mauricio Ribeiro de Cordova;
            juiz de órfãos suplente Gaspar Jose Godinho;
            juiz de órfãos suplente Jose Antonio de Lima e Silva;
            juiz de órfãos suplente tenente Lourenço Dias Baptista;
            juiz de órfãos suplente Vicente Jose de Oliveira e Costa;
            oficial de justiça Antonio Pereira dos Santos;
            partidor Antonio Jose Candido;
            partidor Manoel João de Oliveira;
            procurador Joaquim Firmino Nunes;
            procurador tenente Antonio Ribeiro dos Santos;
            signatário Constancio Carneiro Barbosa de Brito;
            signatário Domingos Seite;
            signatário Joaquim Rodrigues de Athayde;
            signatário Jose Dias de Azambuja Cidade;
            tabelião José Luis Pereira;
            tutor Firmino Jose Nunes;
            tutor Manoel Saturnino de Sousa e Oliveira.

            Localidades relevantes:
            cidade de Lages;
            comarca da capital;
            fazenda de São Matheos;
            freguesia de São Joaquim da Costa da Serra (atual município de São Joaquim, Santa Catarina);
            rua da Cadeia.

            Compõem o processo:
            auto de alimpação da partilha;
            auto de partilha;
            autos de contas;
            autos de declaração;
            avaliação dos bens;
            contas;
            petições;
            procurações;
            recibo;
            selos;
            sentenças;
            termo de louvação;
            termo de tutela;
            termos de juramento;
            traslados.

            Variação de nome:
            comarca de Lages;
            Françísco Viturino dos Santos;
            Manoel João de Oliveira.