Poder Judiciário de Santa Catarina

Área de elementos

Taxonomia

Código

Nota(s) de âmbito

    Nota(s) de fonte(s)

      Nota(s) de exibição

        Termos hierárquicos

        Poder Judiciário de Santa Catarina

        Termos equivalentes

        Poder Judiciário de Santa Catarina

          Termos associados

          Poder Judiciário de Santa Catarina

            13 Descrição arquivística resultados para Poder Judiciário de Santa Catarina

            Ação de Crédito de Manoel José Ferreira
            BR SC TJSC TRRJ-44238 · Processo · 1824
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Ação de Crédito na Capital, feito à época de Nossa Senhora do Desterro

            Partes: Manoel José Ferreira (Autor); José Alves Ouriques (Réu)

            Resumo: O autor Manoel José Ferreira abre uma ação de crédito para realizar a cobrança do réu, José Alves Ouriques, referente à divida de uma quantia de dinheiro. Para que seja feito este pagamento, é realizada uma arrematação de bens do réu.

            Localidades: Ilha de Santa Catarina; Nossa Senhora do Desterro; Freguesia da Lagoa; Freguesia de São José; Capoeiras;

            Atuantes:

            • Escrivão Antonio Lopes da Silva; Escrivão Salvador Cavalheiro; Escrivão João Francisco Cidade;
            • Procurador/Advogado Manoel da Silva e Souza; Procurador Antonio de Bitancur Cidade; Procurador Marcelino José Ferreira;
            • Juiz Floriano Eloy de Medeiros;

            Variação de nome: Capueras; Salvador Cavalhero; Antonio de Bittencourt Cidade;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Arrematação de Gaspar José Mendes Braga
            BR SC TJSC TRRJ-10680369 · Processo · 1855
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Arrematação em Desterro, à época comarca da capital da província de Santa Catarina

            Partes do processo: Gaspar José Mendes Braga (falecido, devedor); Herdeiros (devedor); José Joaquim Lopes (credor).

            Resumo: Recibo de pagamento de Honório de Souza Medeiros ao jornal "Conservador n 300", pelo custo de publicação de edital de juízo para arrematação dos bens do falecido Gaspar José Mendes e seus herdeiros.

            Localidades: Desterro (atual cidade de Florianópolis, Santa Catarina).

            Contem o processo: recibo.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Arrematação dos bens de Josefa Rosa de Jesus
            TRPOA-75335 · Processo · 1889-07-16
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Francisca Ferreira da Silva (filha e inventariante).
            Sentença cível de arrematação a favor do arrematante Emerenciano Silveira da Rosa.

            Terras.

            Escrivão Joaquim Xavier de Oliveira Câmara.

            Freguesia de Santo Amaro do Cubatão, Cidade de São José.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Execução de sentença de Joaquim Jose Henriques
            BR SC TJSC TRRJ-10826458 · Processo · 1864-1868
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de execução de sentença realizados na cidade de Lages, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquim Jose Henriques (exequente);
            João Ferreira da Maia (executado).

            Resumo:
            Com base em uma ação de libelo cível, em que era autor Joaquim Jose Henriques e réu João Ferreira da Maia, o processo de execução de sentença se inicia. O executado foi condenado pelo não pagamento de uma escritura de duas mulheres escravizadas, Luiza e Brizida. Por meio de petição, o exequente requer que o reembolso seja feito a partir da penhora dos bens do réu, com adição de juros.

            Ao decorrer do processo, é revelado que o executado não compareceu às audiências de conciliação, pois encontrava-se ausente da província, residindo no Rio Grande do Sul. Com isso, o juiz requereu a avaliação dos bens que seriam destinados ao pagamento das dívidas e os oficiais de justiça deram cumprimento ao mandado, separando partes de terras e incluindo Luiza na arrematação; mais tarde, ela é chamada de “Luzia” e descrita como crioula.

            Em um termo de protesto, o exequente abre uma contestação referente ao valor contado para as custas da ação. Após isso, o juiz corregedor afirma que os processos ligados à ação principal estavam sendo feitos de maneira tumultuosa, anulando-os; além disso, o primeiro juiz e o exequente são multados por ações indevidas. O processo é concluído com um levantamento dos terrenos que seriam parte da penhora antes da nulidade.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Ribeiro dos Santos;
            avaliador Gaspar Jose Godinho;
            coletor das rendas provinciais João de Castro Nunes;
            depositário Jose Luis Pereira;
            depositário Manoel de Sousa Machado;
            escrivão do juízo de paz Pedro Henrique Damm;
            escrivão interino Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão interino Jose Dias de Azambuja Cidade;
            juiz municipal primeiro suplente Henrique Ribeiro de Cordova;
            juiz municipal segundo suplente Laurentino José da Costa;
            oficial de justiça Casiano Jose Pereira;
            oficial de justiça e escrivão Antonio Pereira dos Santos;
            porteiro do auditório Jorge Hermano Mayer;
            porteiro do auditório interino Antonio Pereira dos Santos;
            procurador Estacio Borges da Silva Mattos;
            tabelião interino e signatário Theodorico Jose e Correia.

            Localidades relevantes:
            cidade de Lages;
            comarca da capital;
            estrada geral;
            província do Paraná (atual estado do Paraná);
            província do Rio Grande do Sul (atual estado do Rio Grande do Sul);
            rio Amola-Faca.

            Compõem o processo:
            auto de arrematação;
            auto de penhora;
            auto de levantamento de penhora;
            correições;
            petições;
            pregões;
            termo de declaração;
            termo de juramento;
            termo de protesto;
            traslado do edital de praça;
            traslado de sentença.

            Variação de nome:
            Brigida;
            Caciano Jose Pereira;
            Caçiano Jose Pereira;
            Cassiano Jose Pereira;
            comarca de Lages;
            Luzia;
            Rio;
            Theodorico Jose e Corrêa.

            Inventário de Alexandre Martins Jaques
            BR SC TJSC TRRJ-22404 · Processo · 1855
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Desterro, capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Alexandre Martins Jaques (falecido);
            Luiza Maria Jaques (inventariante).

            Herdeiros:
            Maria Luiza Jaques;
            João Martins Jaques;
            Maria Carolina Jaques;
            José Jaques da Silveira;
            Joaquim Jaques da Silveira;
            Maria Adela de Jaques;
            Alexandre Marques Jaques;
            João Baptista de Souza Jaques;
            Francisco Martins Jaques;
            Maria Amalia Jaques.

            Resumo:
            Luiza Maria Jaques conduziu o processo de inventário pelos bens de seu finado marido, Alexandre Martins Jaques. Entre os bens inventariados, destacam-se casas, chácara, mobília e objetos de prata. Também foram inventariadas as mercadorias existentes na casa comercial do falecido, como utensílios domésticos, ferramentas, objetos de montaria, itens de prata, cobre e ferro, jóias, mercadorias e outros materiais diversos. Além disso, foram descritas as dívidas ativas e passivas da casa comercial, e algumas propriedades urbanas foram arrematadas posteriormente através de pregões e autos de praça.

            Foram avaliados 05 escravizados, de nomes: Christina (descrita como africana), Joaquim (descrito como africano), Pedro (descrito como africano), Anastácio (descrito como pardo, 09 anos) e Rita.

            A partilha foi julgada por sentença e o juiz Sérgio Lopes Falcão requereu o pagamento das custas do processo de maneira pro rata.

            A pedido da própria inventariante, ela foi nomeada pelo juiz como tutora dos filhos, e nomeou o irmão, João Evangelista de Souza Lobo, como fiador.

            Atuaram no processo:
            avaliador Patricio Marques Linhares;
            avaliador Antônio Mancio da Costa;
            avaliador José Antonio Caminhas;
            avaliador Tristão José Moreira;
            curador geral dos órfãos e advogado Caetano d’Araujo Figueiredo Mendonça Furtado;
            escrivão José Honório de Souza Medeiros;
            escrivão João Gonçalves da Silva Peixoto;
            juiz municipal de órfãos doutor Sérgio Lopes Falcão;
            partidor João Narcizo da Silveira;
            partidor Peregrino Servita Santiago;
            procurador Cândido Gonçalves d’Oliveira;
            procurador fiscal provincial Joaquim Candido da Silva Peixoto;
            pregoeiro Lucas Rodrigues de Jesus;
            tesoureiro João Francisco Cidade.

            Localidades relevantes:
            Desterro (atual Florianópolis, capital de Santa Catarina);
            Rua Augusta;
            Rua da Lapa;
            Rua do Livramento;
            Rua do Menino Deus;
            Itacorubi;
            Rio de Janeiro.

            Compõem o processo:
            termo de louvação;
            juramento aos avaliadores;
            juramento aos partidores;
            auto de partilha;
            exórdio de partilha;
            juramento a tutora;
            termo de obrigação;
            pregões;
            auto de praça;
            traslado do conhecimento do pagamento de siza.

            Variação de nome:
            Rua do Menino Deos;
            Itacoroby.

            Inventário de Damasio Pereira Nunes
            BR SC TJSC TRRJ-21914 · Processo · 1869-1881
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade do Desterro, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Damasio Pereira Nunes (falecido);
            Francisco Pereira Nunes (inventariante e herdeiro).

            Herdeiros:
            Francine Rosa de Jesus;
            Francisco Martins Jaques (co-herdeiro);
            Francisco Pereira Nunes;
            Polucena Rosa de Jesus;
            José Joaquim de Sousa (co-herdeiro);
            Maria Pereira Nunes;
            Matildes Bernardina de Gloria.

            Resumo:
            Esta teve início com um oficial de justiça intimando Francisco Pereira Nunes para inventariar os bens de seu finado pai, Damasio Pereira Nunes. Como o falecido deixou herdeiros menores de idade, o processo passou pelo juízo de órfãos e a nomeação de um curador. Além disso, é mencionado ao decorrer da ação que Maria Pereira Nunes seria “demente” e “mentecapta” — termos utilizados à época para se referir a pessoas com algum tipo de deficiência intelectual —, sendo nomeados um tutor e um curador para representá-la.

            Os bens que constam na avaliação foram casas, um alpendre, engenhos de fazer farinha, terras, objetos de transporte (caixas), oitavas de prata, utensílios de cozinha, ferramentas, mobília, um automóvel descrito como “carro”, materiais de construção e um pilão. Nesta ação, foram citadas três pessoas escravizadas: Jacinto e João, designados como crioulos; e Benedito, descrito como pardo.

            Mais tarde, os herdeiros requereram bens e pessoas escravizadas para o pagamento de sua legítima parte paterna, anteriormente à ação de partilha. Através de petição, o inventariante pediu que parte do valor dos bens e de Jacinto fosse separada para o pagamento das dívidas e da herança de Maria. José Francisco de Sousa foi nomeado como tutor de Maria, por ser seu cunhado.

            As dívidas foram pagas no auto de partilha, e o patrimônio foi repartido igualmente entre os herdeiros. O processo foi julgado por sentença; o juiz requereu o pagamento das custas aos interessados de maneira pro rata, e que Francisco Pereira Nunes prestasse juramento para atuar como curador de Maria.

            Francisco Pereira Nunes declarou ter libertado na pia batismal uma bebê de onze meses de idade, chamada Rozalina. A menina foi designada como crioula e era filha de Christina que, no documento, é mencionada como “pertencente” aos irmãos Francisco e Maria, e foi matriculada no livro geral de escravizados do município como cozinheira (página digital de número 135). Em petição anexada, ele requer que todo o valor de Christina fosse colocado à disposição de Maria para comprar roupas e medicamentos.

            Foi decidido que Maria seria mandada para o Imperial Hospital da Santa Casa de Caridade (atual Hospital da Caridade, em Florianópolis), acompanhada de Christina. Além disso, o valor adjudicado em partilha de Jacinto seria pertencente ao Hospital de Caridade. Joaquim de Sousa substituiu Francisco Pereira Nunes como curador de Maria, em que prestou juramento para inscrever o calção da hipoteca e a arrematação dos bens e das pessoas escravizadas.

            Mais tarde, Jacinto e Christina foram avaliados novamente. Francisco Pereira Nunes realizou o pagamento da meia siza, imposto de 5% sobre transação de pessoas escravizadas nascidas na América Portuguesa. Foram anexadas junto ao processo páginas do jornal “Conservador”, de 1874; nesse documento (página digital de número 94), foi divulgada em “Editais” a arrematação de Jacinto, Christina e Agostinho — de cinco anos de idade, filho de Christina —, com local e horário para serem realizadas as propostas.

            Ao decorrer da arrematação, é anexado um termo de libertação em praça. No documento, Manoel Jacintho da Silva Flores solicitou por meio de pagamento as alforrias de Christina e Agostinho, na condição que Agostinho estivesse a seu “serviço”. Além disso, Christina foi descrita nessa ação como preta e que precisaria prestar 7 anos de “bons serviços”.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Rodrigues da Silva;
            avaliador Francisco Antunes Vieira;
            avaliador João Antonia da Silveira;
            curador geral dos órfãos e avaliador Candido Gonçalves de Oliveira;
            escrivão da paz Claudino Jose da Silveira;
            escrivão de órfãos Vidal Pedro Mendes;
            escrivão de órfãos João Damasceno Vidal;
            escrivão Joaquim Candido Souza Peixoto;
            juiz de órfãos primeiro suplente José Delfino dos Santos;
            juiz de órfãos primeiro suplente major Affonso de Albuquerque e Mello;
            juiz de órfãos segundo suplente Jorgem de Sousa Conceição;
            oficial de Justiça José Antonio Pacheco;
            partidor capitão João Narciso da da Silveira;
            procurador e signatário Francisco José de Gouvea;
            procurador e signatário Francisco de Paula Sousa;
            signatário Antonio Augusto Vidal;
            signatário Ludovino Bernardino da Silveira;
            tutor José Francisco de Sousa.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            freguesia de Lages (atual município de Lages, Santa Catarina);
            Imperial Hospital da Santa Casa da Caridade;
            rio do Tavares;
            rio Paraná.

            Compõem o processo:
            autos de avaliação;
            auto de partilha;
            auto de praça;
            contas;
            petição;
            procuração;
            selos;
            sentença;
            termo de arrematação;
            termo de libertação;
            termos de declaração;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            Benedicto;
            Candido Gonçalves d’Oliveira;
            Cristina;
            Damazio Pereira Nunes;
            Francisco José de Gouvêa;
            Jacintho;
            José Delfino dos Santos Cavalheiro;
            José Joaquim de Soussa.

            Inventário de Jacintho Teixeira de Oliveira
            BR SC TJSC TRRJ-15918 · Processo · 1860-1878
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Alexandrina Maria de Jesus (inventariante);
            Jacintho Teixeira de Oliveira (inventariado).

            Herdeiros:
            Antônio Teixeira de Oliveira;
            Domingos Teixeira de Oliveira;
            Francisco Teixeira de Oliveira;
            Ignácio de Camargo;
            Jacintho Teixeira de Oliveira;
            José Teixeira de Oliveira;
            Manoel Teixeira de Oliveira;
            Maria Alexandrina.

            Resumo:
            Alexandrina Maria de Jesus abriu um inventário para os bens de seu falecido marido, Jacintho Teixeira de Oliveira. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador para representá-los e passou pelo juízo dos órfãos.

            Os bens avaliados foram ferramentas de prata, um forno, terrenos, mobília, animais, um alambique de cobre, caixas, engenhos e casas. Ainda no arrolamento, foram citadas 3 pessoas escravizadas: João e Joanna, descritos como crioulos; e Catharina, descrita como de nação (africana) e “já velha”. A viúva também declarou dívidas deixadas pelo falecido.

            Após a avaliação, um auto de partilha entre os herdeiros e a inventariante foi iniciado. O juiz julga o processo por sentença, requerendo o pagamento das custas de maneira pro rata. Em relação aos herdeiros menores, foi instituído que eles receberiam o “produto final” de Joanna, mulher escravizada arrematada, em moeda corrente guardada nos cofres para sua maioridade.

            Por meio de petição, a inventora requereu seu direito de tornar-se tutora dos filhos. Para tal, ela assina termo de juramento e renuncia ao chamado “Benefício Veleano”, que impedia a tutela de mulheres viúvas a seus filhos. Mais tarde, a tutora presta conta de seus filhos, atualizando os agentes da justiça sobre o paradeiro dos bens e o estágio de suas educações. Após isso, o juiz requer que o patrimônio móvel dos menores seja arrematado, e que o produto também seja colocado no cofre.

            Ao decorrer do processo, é realizado um novo auto de partilha entre os herdeiros, pois uma casa do arrolamento foi reavaliada pelos agentes da justiça. Além disso, duas licenças para casamento foram concedidas, referentes a dois herdeiros que eram tutelados pela viúva; os valores da herança guardados no cofre foram retirados, também a pedidos.

            Em correição, é afirmado que o processo apresentava algumas irregularidades, como não se ter passado uma “provisão de tutela” à inventariante, o que teria prejudicado a Fazenda Nacional. Outras tomadas de contas de tutoria são requeridas, para prestar atualização dos filhos que ainda eram menores e solteiros; alguns anos depois, é apresentada uma comprovação de maioridade por meio de certidão de batismo, em que o herdeiro Jacintho retira suas quantias herdadas dos cofres.

            O processo é concluído com a anexação de algumas ações relacionadas ao documento geral, e uma delas é o auto de arrematação de Joanna, citado no inventário e realizado em 1860. Nele, é revelado que Joanna havia sido comprada por um homem chamado Justino Francisco Garcia.

            Atuaram no processo:
            avaliador Domingos Antonio de Oliveira;
            avaliador José Francisco Mafra;
            coletor de impostos Antônio Carlos de Carvalho;
            curador geral Castro Fonseca;
            curador geral dos órfãos José Maria do Valle Junior;
            curador geral e escrivão Salvador Cavalheiro;
            curador geral João do Prado Faria;
            depositário e signatário Vicente Corrêa da Silva;
            escrivão Antônio Francisco de Medeiros;
            escrivão dos órfãos João Francisco Régis;
            escrivão João Luis do Livramento;
            juiz de órfãos Amancio Concesso de Cantalici;
            juiz de órfãos Augusto Elisio de Castro Fonseca;
            juiz de órfãos Francisco José de Sousa Lopes;
            juiz de órfãos primeiro suplente Antônio Gonçalves Franco;
            juiz Manoel Vieira Tosta;
            oficial de justiça Antônio Silveira de Souza;
            oficial de justiça João da Costa César;
            partidor Antonio Joaquim de Vargas;
            partidor Bento de Mello Barreto;
            partidor Jacintho Gonçalves da Luz;
            partidor Joaquim Libanio Pereira;
            pregoeiro Manoel Luiz Cordeiro.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            rio Biguassú;
            Três Riachos;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            autos de arrematação;
            autos de partilha;
            autos de tomada de contas;
            certidão de batismo;
            contas;
            correições;
            petições;
            recibos;
            sentenças;
            termos de juramento;
            termos de louvação;
            traslado de edital de praça.

            Variação de nome:
            Comarca de São José.

            TRRJ-31485 · Processo · 1863-12-09
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Domiciano Francisco Moreira (inventariante).
            Utensílios domésticos e de trabalho, gado, cavalos, mulas, casas, paiol, terras, dívidas, confissão de dívida.
            Arrematação de bens.

            Juiz de órfãos José Joaquim da Cunha Passos
            Juiz de órfãos Capitão Henrique Ribeiro de Cordova
            Escrivão Generoso Pereira dos Anjos
            Escrivão João José Theodoro da Costa
            José Antônio de Moraes (procurador)
            Anacleto Dias Baptista (procurador)
            Curador geral dos órfãos Dr. Francisco Honorato Cidade

            Freguesia de São João dos Campos Novos, Comarca de Lages.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Joaquim Silveira de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-8850 · Processo · 1857-1868
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Rosa de Jesus (inventariante);
            Joaquim Silveira de Souza (falecido).

            Herdeiros:
            Aniceta Roza de Jesus;
            Anna Roza de Jesus;
            Antônio Silveira de Souza;
            Constância Roza de Jesus;
            João Silveira de Souza;
            Joaquim Silveira de Souza;
            Manoel Silveira de Souza;
            Maria Roza de Jesus.

            Resumo:
            Maria Rosa de Jesus abre um inventário para os bens de Joaquim Silveira de Souza, seu falecido marido. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo de órfãos.

            Os bens avaliados foram caixas, mobília, animais, casas e terrenos. Ainda no arrolamento, foram citadas cinco pessoas escravizadas: Joaquim, descrito como “de nação” (advindo de África); e Petronilha, Eva, Ignacia e Martinho, descritos como crioulos.

            Após avaliação, foi realizada a partilha do patrimônio e a separação de uma parte dos bens para o pagamento das dívidas passivas. O juiz julga o processo por sentença, em que requer a quitação das custas de maneira pro rata e a notificação de um parente próximo para servir de tutor dos filhos.

            Mais tarde, a inventariante abre petição para praticar seu direito de ser tutora dos filhos. Para tal função ser aprovada, a suplicante prestou juramento e renunciou ao chamado “benefício veleano”, que impedia a tutoria de mulheres viúvas a seus herdeiros.

            Durante o primeiro auto de tomada de contas, é revelado que o herdeiro João havia falecido. Os bens que pertenciam à sua legítima parte foram adjudicados; Eva, que fazia parte da herança, foi arrematada em praça pública, e o valor final da transação foi guardado no cofre.

            O processo é concluído com pedidos de licença para casamento dos herdeiros, recolhimento de algumas quantias do cofre e, por fim, um novo auto de tomada de contas.

            Atuaram no processo:
            avaliador e curador Antônio Gonçalves Franco;
            avaliador Francisco Silveira Dutra;
            avaliador João Joze Roza;
            avaliador João Victorino da Silveira;
            coletor Antônio Carlos de Carvalho;
            curador José Maria do Valle Júnior;
            escrivão ajudante do auditório eclesiástico João Luis do Livramento;
            escrivão dos órfãos João Francisco Régis;
            juiz Augusto Elisio de Castro Fonseca;
            juiz de órfãos primeiro suplente Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
            juiz de órfãos quarto suplente e partidor João Machado Santiago;
            juiz Sérgio Lopes Falcão;
            partidor Manoel Luis Cordeiro;
            presbítero secular Manoel Amâncio Barreto.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            rio Biguassú;
            travessão geral;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            auto de praça e arrematação;
            auto de tomada de contas;
            certidão de óbito;
            contas;
            petições;
            recibos;
            sentenças;
            termo de avaliação;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            comarca de São José.

            Inventário de José de Almeida Lara
            BR SC TJSC TRRJ-29911 · Processo · 1846
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Processo de inventário ocorrido na capital (Desterro).

            São partes do processo:
            José de Almeida Lara (falecido);
            Marianna Antunes Lima (inventariante);

            Resumo: Inventário do falecido José de Almeida Lara, inventariado por sua viúva, Marianna Antunes Lima. Entre os bens inventariados há uma casa e dois terrenos. Constam dívidas no inventário. Há arrematação dos campos denominado “Antônio Gonçalves” em hasta pública, a fim de quitar dívidas.

            Atuaram neste processo:
            Avaliador Damasceno Alves;
            Avaliador João dos Santos de Oliveira;
            Coletor Antônio Saturnino da Silva
            Escrivão Generoso Pereira dos Anjos;
            Escrivão João de Castro Nunes;
            Juiz Antônio Caetano Machado;
            Pregoeiro José Antônio de Oliveira.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro