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            Inventário de Joaquim Silveira de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-12127 · Processo · 1851
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário de Joaquim Silveira de Souza realizado na Vila de São José, na Segunda Comarca.

            Partes do Processo:
            Joaquim Silveira de Souza (inventariado);
            Josefina Rosa de Jesus (inventariante)

            Herdeiro:
            Joaquina;
            Luis;
            Camilla;
            Joaquina (ex-esposa);

            Resumo: Inventário de Joaquim Silveira de Souza, continha moveis, utensílios, fornos, rédeas e freios de cavalo, esporas de prata; descaroçador de algodão, animais, violão de pinho, carroça de cana, engenho de farinha, terras. Terras denominadas num lugar chamado sertão de Imarohy, de frente com o rio do sertão de imaruhy. As dividas do inventariante foram pagas com os valores dos bens.
            Processo se inicia na página 20;

            Atuaram no Processo:
            Avaliador Constâncio José da Silva Pessoa;
            Avaliador Florêncio Gomes de Castro Campos;
            Escrivão Francisco Xavier de Oliveira Câmara;
            Juiz de órfãos suplente Manoel Joaquim Teixeira;
            Partidor Duarte Vieira da Cunha;
            Partidor Joaquim Lourenço de Souza Medeiros;
            Tutor dos órfãos Jacinto José Antônio de Miranda;

            Localidades Relevantes:
            Vila de São José;
            Segunda Comarca;
            Sertão de Imaruy;

            Compõem o Processo:
            Auto de Partilha;
            Juramento ao Tutor;
            Termo de Avaliação;

            Inventário de Joaquim Silveira de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-12125 · Processo · 1850
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São José, na época sob a segunda comarca da província de Santa Catarina.

            Partes:
            Joaquim Silveira de Souza (falecido);
            Josefina Rosa de Jesus (inventariante).

            Herdeiros (menores):
            Camilla;
            Joaquina;
            Joaquina (segundo matrimônio);
            Luis.

            Resumo:
            O inventário do falecido Joaquim Silveira de Souza foi conduzido por sua mulher, Josefina Rosa de Jesus. Como o finado deixou herdeiros menores, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos.

            Os bens inventariados foram objetos de prata e ferro, ferramentas, mobília, utensílios, roças de cana e mandioca, animais, terras, um automóvel descrito como carro, casas e engenhos de fazer farinha. Constam dívidas deixadas pelo finado. Ao decorrer do processo, o tutor dos órfãos, avô dos herdeiros provenientes do primeiro matrimônio, abre petição para requerer uma nova avaliação da roça de cana e a inserção de outros bens no inventário.

            Atuaram no processo:
            avaliador Constâncio José da Silva Pessoa;
            avaliador Florêncio Gomes de Castro Campos;
            curador Manoel de Freitas Sampaio;
            escrivão dos órfãos Francisco Xavier d’Oliveira Camara;
            juiz dos orfãos João Francisco de Souza;
            signatário Seberino Joze Duarte.

            Localidades relevantes:
            Picadas do Sul;
            rio do Sertão;
            segunda comarca;
            vila de São José (atual município de São José).

            Compõem o processo:
            descrição e avaliação dos bens;
            termo de avaliação;
            termo de encerramento;
            termos de juramento.

            Inventário de Joaquim Silveira de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-8850 · Processo · 1857-1868
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Maria Rosa de Jesus (inventariante);
            Joaquim Silveira de Souza (falecido).

            Herdeiros:
            Aniceta Roza de Jesus;
            Anna Roza de Jesus;
            Antônio Silveira de Souza;
            Constância Roza de Jesus;
            João Silveira de Souza;
            Joaquim Silveira de Souza;
            Manoel Silveira de Souza;
            Maria Roza de Jesus.

            Resumo:
            Maria Rosa de Jesus abre um inventário para os bens de Joaquim Silveira de Souza, seu falecido marido. Como o finado deixou herdeiros menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo de órfãos.

            Os bens avaliados foram caixas, mobília, animais, casas e terrenos. Ainda no arrolamento, foram citadas cinco pessoas escravizadas: Joaquim, descrito como “de nação” (advindo de África); e Petronilha, Eva, Ignacia e Martinho, descritos como crioulos.

            Após avaliação, foi realizada a partilha do patrimônio e a separação de uma parte dos bens para o pagamento das dívidas passivas. O juiz julga o processo por sentença, em que requer a quitação das custas de maneira pro rata e a notificação de um parente próximo para servir de tutor dos filhos.

            Mais tarde, a inventariante abre petição para praticar seu direito de ser tutora dos filhos. Para tal função ser aprovada, a suplicante prestou juramento e renunciou ao chamado “benefício veleano”, que impedia a tutoria de mulheres viúvas a seus herdeiros.

            Durante o primeiro auto de tomada de contas, é revelado que o herdeiro João havia falecido. Os bens que pertenciam à sua legítima parte foram adjudicados; Eva, que fazia parte da herança, foi arrematada em praça pública, e o valor final da transação foi guardado no cofre.

            O processo é concluído com pedidos de licença para casamento dos herdeiros, recolhimento de algumas quantias do cofre e, por fim, um novo auto de tomada de contas.

            Atuaram no processo:
            avaliador e curador Antônio Gonçalves Franco;
            avaliador Francisco Silveira Dutra;
            avaliador João Joze Roza;
            avaliador João Victorino da Silveira;
            coletor Antônio Carlos de Carvalho;
            curador José Maria do Valle Júnior;
            escrivão ajudante do auditório eclesiástico João Luis do Livramento;
            escrivão dos órfãos João Francisco Régis;
            juiz Augusto Elisio de Castro Fonseca;
            juiz de órfãos primeiro suplente Alexandre Eloy de Azevedo Coutinho;
            juiz de órfãos quarto suplente e partidor João Machado Santiago;
            juiz Sérgio Lopes Falcão;
            partidor Manoel Luis Cordeiro;
            presbítero secular Manoel Amâncio Barreto.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            rio Biguassú;
            travessão geral;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            auto de praça e arrematação;
            auto de tomada de contas;
            certidão de óbito;
            contas;
            petições;
            recibos;
            sentenças;
            termo de avaliação;
            termos de juramento;
            termos de louvação.

            Variação de nome:
            comarca de São José.

            Inventário de Joaquim Luiz Wolff
            BR SC TJSC TJSC-AJ-DC-CIV-10467555 · Processo · 1909
            Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

            Partes:
            Joaquim Luiz Wolff (falecido); Bento Luiz Wolff (inventariante); Leonida Antunes Lima (viúva)

            Juiz Augusto José Teixeira de Freitas; escrivão Ernesto Augusto Neves; animais; casa; propriedade com 6 milhões de metros no Rincão da Cria, distrito de Capão Alto; o cartório ficava na rua Correia Pinto.

            Inventário de Joaquim Lopes de Liz
            BR SC TJSC TRRJ-31915 · Processo · 1869
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Tenente Joaquim Lopes de Liz (falecido); Maria José de Liz (esposa e inventariante)

            Na residência do juiz municipal; juiz municipal capitão Ignacio Coelho d'Ávila; juiz Manoel Cardoso Vieira de Mello; escrivão José Luiz Pereira; escrivão Generoso Pereira dos Anjos (bisavô do artista plástico Martinho de Haro); escrivão João José Theodoro da Costa (fazendeiro, professor e jornalista. Foi deputado estadual por 4 vezes, era proprietário de um dos maiores latifúndios de Santa Catarina, pai de Otacílio Costa e avô de Licurgo Costa); Maria José estava grávida de 8 meses quando seu esposo faleceu e tinha outros 4 filhos vivos (esse último filho faleceu no parto); juiz de órfãos substituto, o vereador da câmara capitão José Manoel Leite; juiz de órfãos suplente Gaspar José Godinho; curador-geral dos órfãos Estácio Borges da Silva Mattos; avaliadores: capitão Antônio Ricken de Amorim e José Maria Domingues de Arruda; gado; cavalos; mulas (bestas); ovelhas; 7 escravos; utensílios domésticos; canastras e cangalhas; fazenda de Santa Cruz; pagamento de empréstimo em taipa de pedra na divisa de terrenos; taipa com 6 palmos de altura e 4 de largura (Joaquim Lopes de Liz construía taipas?); procurador da viúva, Constâncio Carneiro Barboza de Brito; a filha do casal, Adelina Lopes de Liz, casa-se aos 16 anos de idade com Antônio Coelho Cidade; tutor João Francisco Lemos; questões de tutela.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro