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            51 resultados diretamente relacionados Excluir termos específicos
            BR SC TJSC TRRJ-77782 · Processo · 1849
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de penhora e execução de sentença realizados na vila de Lages, na época sob a Segunda Comarca.

            Partes:
            Gabriel Gonçalves dos Santos (executado);
            Generoso Pereira dos Anjos (exequente);

            Resumo:
            Gabriel, devedor de Generoso, teve suas terras penhoradas e levadas a leilão. Como não houve lances, as terras foram adjudicadas ao credor.

            Atuaram no processo:
            juiz Guilherme Ricken;
            escrivão Mathias Gomes da Silva;
            procurador Manoel Dias Ribeiro de Almeida;
            avaliador Antonio Pinheiro;
            avaliador Lourenço Dias Batista;
            pregoeiro Domingos Leite.

            Localidades relevantes:
            Rio Guará;
            Lajeado Guará;
            Rio Caveiras;
            Córrego do Passo Fundo.

            Compõem o processo:
            Assignação de dez dias;
            Avaliação dos bens;
            Edital de arrematação;
            Bilhete de praça;
            Auto de arrematação e adjudicação.

            Variação de nome:
            executado Gabriel Gonsalves dos Santos.

            Penhora de João Bernardo de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-20894 · Processo · 1859
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Penhora realizada na cidade do Desterro, comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            João Bernardo de Souza (exequente)
            Antonio Francisco Vianna (executado)

            Resumo:
            Neste processo, o exequente João Bernardo de Souza moveu um auto de penhora contra o executado, Antonio Francisco.

            O executado era inquilino em uma casa, que era de propriedade do exequente; lá, Antonio residia com sua família (sua mãe e seus irmãos). A residência era situada na rua da Palma, a atual rua Álvaro de Carvalho (em outra ocasião, porém, chama-se de rua da Paz, atualmente a rua Jerônimo Coelho). Porém, tendo atrasado um mês e mais dias de um segundo mês de aluguel, totalizando 7600 réis, João Bernardo decidiu processá-lo. Em sua petição, o exequente quis não somente penhorar os bens de Antonio, exigindo também que ele fosse despejado de sua propriedade.

            Em seguida, o juiz expediu mandado para penhora, que foi cumprido por dois oficiais de justiça. Dentre os bens da casa penhorados, constavam: louças, móveis, uma imagem religiosa de São João, e um animal. Os bens foram confiscados e confiados ao depositário. Além da penhora de seus bens, Antonio foi intimado para, dentro de 24 horas, sair da casa em que era inquilino.

            Antonio Francisco Vianna reage por meio de uma nova petição. Nela, o executado diz que sempre efetuou todos os pagamentos adequadamente, e que nunca deu motivos para ser despejado. Ele peticionou por um embargo ao despejo movido por João Bernardo de Souza, alegando ter sido injustamente intimado e penhorado. Para representá-lo, Antonio acionou um advogado.

            Depois disso, João Bernardo de Souza resolveu pedir a desistência de sua execução de penhora. O executado foi autorizado a continuar na casa onde era inquilino, até encontrar outra para morar; e o exequente comprometeu-se a arcar com as custas do processo. Foi feito, por fim, o levantamento da penhora, restituindo-se os bens ao executado.

            Atuaram no processo:
            advogado Eleuterio Francisco de Souza;
            depositário Joze da Lapa Souza Coentro;
            escrivão Vidal Pedro Moraes;
            juiz municipal suplente comendador Francisco Duarte Silva;
            oficial de justiça Anfiloquio Antonio Pacheco
            oficial de justiça Lucas Rodrigues de Jesus.

            Localidades Relevantes:
            rua da Palma (atual rua Álvaro de Carvalho, Florianópolis, Santa Catarina);
            rua da Paz (atual rua Jerônimo Coelho, Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca da capital.

            Compõem o processo:
            auto de penhora;
            auto de levantamento de penhora.
            embargo;
            mandado de intimação.

            Penha
            Séries · 2022
            Parte de Comarcas de Santa Catarina

            Criação: Resolução TJ n. 18 de 6 de julho de 2022
            Instalação: 12 de agosto de 2022
            Primeiro juiz da Comarca: Aline Vasty Ferrandin
            Denominação do Fórum: Ministro Teori Albino Zavascki
            Circunscrição: 23ª Itajaí
            Entrância: Final
            Composição da Comarca: Penha
            Vara: 1ª Vara e 2ª Vara
            Localização da comarca: Foz do Rio Itajaí

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Pecúlio da escrava Eva e seu filho Gregório
            TRPOA-20278 · Processo · 1883-05-19
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Manoel José d'Oliveira (advogado suplicante e testamenteiro de Emília Moreira da Silva).
            Emília deixou quantia em dinheiro para sua ex-escrava Eva e o filho dessa, Gregório, para usarem em sua liberdade. Eva e Gregória pertenciam, no momento da ação, à Maria Helena Silvy (por ser herdeira do francês Achille Silvy).

            Em 1886, informou-se que a libertação da escrava ocorreu pelo Fundo de Emancipação Provincial.

            Juiz municipal Felisberto Elísio Bezerra Montenegro.
            Escrivão Thomé da Silva.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre