Poder Judiciário de Santa Catarina

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            Autos de inventário de Mariano Antonio da Silva
            BR SC TJSC TRPOA-77257 · Processo · 1876
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Inventário realizado na cidade de São José, na época sob a comarca do sul da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Mariano Antonio da Silva (falecido);
            Rita Maria da Silva (inventariante).

            Herdeiros:
            Estanislau Guilherme Schmidt;
            Joaquim Mariano da Silva;
            José Marcelino de Faria;
            José Mariano da Silva;
            Manoel Mariano da Silva;
            Maria Rita da Silva;
            Vicente Mariano da Silva.

            Resumo:
            Neste processo, a viúva inventariante Rita Maria da Silva deu início ao inventário dos bens de seu falecido marido, Mariano Antonio da Silva.

            Os bens foram divididos em rateio entre os herdeiros. Além disso, houve a arrematação de três pessoas escravizadas, de nomes Antonio, Domingos, e Luisa.

            Os herdeiros Joaquim Mariano da Silva, Manoel Mariano da Silva, Vicente Mariano da Silva e Maria Rita da Silva, por serem menores, tiveram suas partes da herança depositadas no Cofre dos Órfãos. Por conta disso, eles recorreram ao escrivão do auditório eclesiástico para requerer suas certidões de batismo e comprovar terem idade suficiente para sacarem as referidas quantias em dinheiro em depósito. No entanto, o herdeiro Vicente Mariano da Silva, por não possuir sua certidão de batismo, recorreu a uma declaração de sua maioridade. O processo termina com as contas acerca da herança de Maria Rita da Silva.

            Localidades relevantes:
            Barreiros;
            cidade do Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de São José (atual município de São José, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            certidões de batismo;
            contas;
            requerimentos de certidão.

            Atuaram no processo
            advogado/signatário Francisco Tolentino Vieira de Souza;
            cônego Joaquim Eloy de Medeiros;
            contador Caetano Joze de Souza;
            contador Marcelino do Nascimento Ramos;
            escrivão de órfãos Joaquim Xavier d'Oliveira Camara;
            escrivão do auditório eclesiastico e arciprestado João Luis do Livramento;
            juiz Barcimio Paes Barretto;
            juiz Cunha;
            juiz Felisberto Elysio Bezerra Montenegro;
            vigário arcipreste Martens.

            Variação de nome:
            Estanislau Guilherme Schimit.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            BR SC TJSC TRRJ-9115 · Processo · 1869
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de inventário e partilha amigável realizados na cidade de São José, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Joaquina Antonia de Jesus (falecida);
            Custodio Marques de Oliveira (suplicante e co-herdeiro);
            Emerenciana Joaquina de Sousa (suplicante e herdeira);
            Eufrasia Caetana de Sousa (suplicante e herdeira);
            Felicidade Alexandrina de Sousa (suplicante e herdeira);
            Manoel Fernandes da Silva (suplicante e co-herdeiro);
            Maria Caetana de Sousa (suplicante e herdeira);
            Rita Mauricia de Sousa (suplicante e herdeira);
            Thomas Jose de Sousa (suplicante e herdeiro).

            Resumo:
            Foi aberto um pedido de partilha amigável dos bens da falecida Joaquina Antonia de Jesus, por parte de seus filhos e co-herdeiros. Os bens arrolados foram um forno de cobre, utensílios de cozinha, uma mesa, um oratório, um moinho de moer grãos (chamado na ação como tafona), um automóvel descrito como carro, caixão, engenhos de farinha, animais e terras. Além disso, foram mencionadas três pessoas escravizadas dos nomes Joaquim, João e Maria, na qual os dois primeiros foram descritos como “de nação”.

            O patrimônio foi repartido igualmente entre os herdeiros, e parte dos bens foi separada para o pagamento de dívidas passivas. A ação foi julgada por sentença, em que o juíz requereu o pagamento das custas do processo de maneira pro rata por parte dos interessados.

            Atuaram no processo:
            escrivão Manoel Ferreira da Costa;
            juiz municipal primeiro suplente tenente coronel Luis Ferreira do Nascimento e Mello;
            signatário Bernardino Jose de Souza;
            signatário Francisco Xavier Porto;
            signatário Joaquim Pereira dos Santos;
            signatário José Francisco Duarte;
            signatário Manoel Alves da Maia;
            signatário Manoel Lourenço de Sousa Silva;

            Localidades relevantes:
            cidade de São José;
            comarca da capital;
            sertão de Imaruhy (atual município de Imaruí, Santa Catarina);
            rio Imaruhy.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            contas;
            descrição e avaliação dos bens;
            petição;
            relação de bens;
            termos de ratificação da partilha;
            sentença.

            Variação de nome:
            Certão do Imaruhy;
            Manoel Alves da Maya;
            Rita Mauricia de Sousa.

            Autos de Justificação de Aureliano de Souza e Oliveira
            BR SC TJSC TRRJ-78425 · Processo · 1863
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de justificação realizados na cidade de Lages, na época sob a comarca de São José da província de Santa Catarina.

            Parte do processo:
            Aureliano de Souza e Oliveira (justificante).

            Resumo:
            Aureliano de Souza e Oliveira realiza uma petição dizendo que foi multado em uma quantia de 150 mil réis pelo juiz, por não comparecer na sessão de júri por motivos de doença, e gostaria que o valor da multa fosse reavaliada. Ao decorrer do processo, a comarca da cidade é erroneamente denominada de “comarca de Lages”, já que à época ela fazia parte da comarca de São José.

            Foram chamadas testemunhas, as quais corroboram com a versão do justificante. Ao final do processo, o juiz responsável pelo caso julga por provação que Aureliano estava enfermo e por isso não se pode comparecer nas devidas sessões; com isso, a multa é absolvida e o justificante é condenado a pagar somente as custas do processo.

            Atuaram no processo:
            escrivão interino Constancio Carneiro Barbosa de Brito;
            juiz de direito Joaquim José Henriques;
            signatário João Manoel Carneiro Barbosa de Brito;
            signatário Manoel José Pereira de Andrade.

            Localidades relevantes:
            cidade de Lages;
            comarca de São José.

            Compõem o processo:
            contas;
            petição;
            sentença;
            testemunhas.

            TRRJ-52611 · Processo · 1861-06-25
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autor: José Mendes da Costa Rodrigues. Neste processo, José Mendes era procurador em causa própria. Bens de raiz. Compra de propriedade. Escritura. Posse das terras. Usurpação. Venda de propriedade a mais de uma pessoa.

            Juiz municipal Augusto Frederico Benjamin Etur.
            Oficial de Justiça João Alexandre Teixeira.
            Escrivão Antônio Ramos Martins.

            Antônio Sálvio de Sousa Medeiros, escrivão da subdelegacia e do juízo de paz da Freguesia do Senhor Bom Jesus dos Aflitos de Porto Belo.

            Caminho dos Bobos, que segue para o sertão do Perequê Grande.
            Vila de Itajaí.

            Freguesia de Porto Belo, Vila de São Sebastião da Foz de Tijucas, Comarca de São José.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Autos de Perguntas de Jorge Knight e Daniel Carry
            BR SC TJSC TRRJ-41958 · Processo · 1871
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Jorge Knight; Daniel Carry.

            Dois marinheiros de nacionalidade inglesa apareceram num bote na Freguesia da Penha de Itapocoroy. Fugiram de sua embarcação de origem, o brique inglês William Enning, no dia 07 de setembro de 1871. Antes a referida embarcação havia saído do porto Desterro, onde carregaram de carvão.

            Carlos Knight.
            Francisco Esequiel Tavares, escrivão.
            Guilherme Assemburgo, Cidadão e tradutor do interrogatório.
            João Carry.
            Pedro Lopes de Mello, delegado de polícia em exercício.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            BR SC TJSC TRRJ-41952 · Processo · 1867
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Autos de Representação Verbal na vila de Itajaí, à época comarca da Capital na província de Santa Catarina

            Partes do processo: José Henriques Flores (reclamado); Escravizados (reclamante); Simão; Antônio; Belizário; Sabino; Pedro; David; Mariano; Francisco; Mathias; Luiz.

            Resumo: Foi registrada uma queixa na cadeia da Delegacia de Polícia da Vila de Itajaí por um grupo de pessoas escravizadas contra José Henriques Flores, o delegado responsável instaurou inquérito, colhendo os depoimentos dos escravizados ali presentes. A todos foram feitas as seguintes perguntas: nome, idade, estado civil, filiação, naturalidade, profissão e motivo da apresentação à autoridade, depoimento dos escravizados:

            Escravizado Simão, natural da África, relatou viver sob maus-tratos, sem vestimentas adequadas e com alimentação precária, baseada em feijão e farinha de milho. Utilizava a mesma gamella para suas necessidades fisiológicas e alimentação. Informou que, até o momento, não sofria castigos corporais.

            Escravizado Antônio, também africano, afirmou sofrer maus-tratos e ter alimentação restrita a feijão e farinha de milho. Declarou não ter sido submetido a punições físicas.

            Escravizado Belizário, de nacionalidade africana, relatou maus-tratos, ausência de roupas e alimentação inadequada, limitada a feijão e farinha de milho no almoço e jantar.

            Escravizado Sabino, diz sofrer maus tratos, por não ter alimentação própria para sustento, a base de feijão e farinha de trigo.

            Escravizado Pedro, que desconhece a identidade de seus pais africanos, queixou-se da falta de sustento necessário.

            Escravizado David, filho de Antônio, declarou igualmente não ter o sustento de que necessita.

            Escravizado Mariano, filho de Belizário, afirmou que se alimenta na mesma vasilha utilizada para necessidades fisiológicas.

            Escravizado Francisco reclamou da alimentação insuficiente e da ausência de vestimentas.

            Escravizado Mathias, filho de Antônio, relatou sofrer maus-tratos, destacando a falta de roupas e alimentação.

            Escravizado Luís, filho de Simão, também afirmou sofrer maus-tratos, especialmente no que diz respeito à alimentação.

            Todos os depoimentos foram testemunhados e assinados por José da Silveira, uma vez que os escravizados não sabiam ler nem escrever. O Capitão José Henriques Flores compareceu à delegacia para denunciar a fuga de escravizados de sua propriedade. Apresentou uma lista com os nomes dos fugitivos e solicitou o auxílio das autoridades para sua recaptura. O delegado, após análise, entregou os escravizados ao seu proprietário. As queixas apresentadas pelos escravizados foram consideradas nulas, sob a justificativa de que não configuravam crime.

            Atuaram no processo: delegado Antônio Pereira Liberato; escrivão Francisco Ezequiel.

            Localidades relevantes: vila de Itajaí.

            Compõem o processo: lista de escravizados; custas de selo; depoimentos de escravizados.

            Autuamento de Inventário José Francisco da Rosa
            BR SC TJSC TRRJ-28500 · Processo · 1862-1868
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Lages, Comarca de Lages.

            Partes do processo:
            José Francisco da Rosa (inventariado);
            Faustina Maria da Conceição (inventariante).

            Herdeiros:
            Manoel;
            Alexandre José da Rosa;
            Clara;
            Jozé;
            João;
            Anastácio José da Rosa;
            Jezuino.

            Resumo: Inventário requerido pela esposa do falecido, Faustina Maria da Conceição, nele contendo múltiplos animais, utensílios domésticos, ferramentas, mobília, casa, terras e um paiol. Além disso, há o registro de 07 pessoas escravizadas, de nomes: Felizardo, Sebastião, Amaro, Maria, Rita, João e Conceição. Os dois primeiros sendo descritos como de nação (africanos) e o restante descritos como crioulos (brasileiros).

            Atuaram no processo:
            escrivão dos órfãos Generoso Pereira dos Anjos;
            escrivão interino e tabelião interino Polidoro José dos Santos;
            curador José Joaquim da Cunha Passos;
            procurador major Antonio Saturnino de Souza e Oliveira;
            procurador José Joaquim da Cunha Passos;
            procurador e signatário Joaquim Cavalheiro do Amaral;
            porteiro Domingos Leite;
            avaliador Joaquim da Silva Mattos;
            avaliador Polidoro Jozé dos Santos;
            partidor Diogo Teixeira Nunes;
            partidor Modesto Ferreira de Araujo;
            juiz municipal dos órfãos e ausentes José Nicolau Pereira dos Santos;
            juiz de órfãos primeiro suplente capitão Henrique Ribeiro de Cordova;
            juiz corregedor Francelizio Adolpho Pereira Guimarães.

            Localidades relevantes:
            Fazenda da Invernadinha.

            Compõe o processo:
            Termo de responsabilidade;
            Autuamento de um mandado de notificação;
            Relação de herdeiros;
            Juramento ao curador;
            Termo de louvação de avaliadores e partidores;
            Juramento aos avaliadores;
            Avaliação de bens
            Juramento aos partidores;
            Partilha de bens;
            Procuração;
            Prestação de contas;
            Correção.

            Averbação de imóveis de Arthur Izetti
            BR SC TJSC TRPOA-10734125 · Processo · 1882
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Partes:
            Arthur Izetti (requerente);
            Jozé Porphírio Machado de Araújo (requerido).

            Arthur Izetti pede para averbar casas n. 102 e 104 na rua do Príncipe, Desterro; cobrança de indenização no valor de 21$402 (vinte e um mil, quatrocentos e dois réis); processo danificado.

            Antônio Thomé da Silva, escrivão;
            Manoel M. da Silva.

            Variação de nome: José Porfírio Machado d'Araújo.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Balneário Camboriú
            Séries · 1965
            Parte de Comarcas de Santa Catarina

            Criação: Lei n. 3.787, de 27 de dezembro de 1965
            Instalação: 29 de outubro de 1966
            Primeiro juiz da comarca: Marcio Souza Batista da Silva
            Denominação do fórum: Des. Adão Bernardes
            Circunscrição: 24ª Balneário Camboriú
            Entrância: Especial
            Composição da comarca: Balneário Camboriú
            Vara: 1ª Vara Cível; 2ª Vara Cível; 3ª Vara Cível; 4ª Vara Cível; 1ª Vara Criminal; 2ª Vara Criminal; Vara da Fazenda Pública; Vara da Família, Órfãos e Sucessões; Vara da Família, Infância e Juventude; Unidade Judiciária de Cooperação; 1º Juizado Especial Cível; 2º Juizado Especial Cível; e Vara Regional de Garantias.
            Localização da comarca: Foz do Rio Itajaí

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina