Processo de embargo autuado na vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages, na época sob a comarca de Desterro, atual comarca da Capital.
São partes nesse processo:
- João Jozé de Mattos (embargante);
- Ignácio da Silva Ribeiro (embargado).
Resumo:
Embargo em que é embargante João Jozé de Mattos, e embargado o alferes Ignácio da Silva Ribeiro. Na autuação do processo, consta que Joaquim José da Silva pediu ao autor, João José de Mattos, para que ajudasse a uma pessoa identificada como "Silveira Nunes" com "toda e qualquer quantia que por ela fosse pedida". O autor da ação consentiu, e emprestou-lhe uma quantia em dinheiro e um animal de montaria de sua posse, este último tendo-lhe sido vendido pelo próprio Joaquim José da Silva. Após o falecimento de Joaquim José da Silva, João Jozé de Mattos cobrou dívidas referentes ao empréstimo que o alferes Ignácio da Silva Ribeiro havia contraído com o falecido.
São mencionadas as seguintes localidades:
- Miráguas;
- Vila de Nossa Senhora dos Prazeres de Lages (atual cidade de Lages, Santa Catarina);
- Vila de Santo Antônio da Patrulha (atual cidade de Santo Antônio da Patrulha, Rio Grande do Sul);
- Cidade de Curitiba (Paraná);
- Cidade/comarca de Porto Alegre (Rio Grande do Sul).
Atuaram neste processo:
- Escrivão/tabelião Camillo Justiniano Ruas;
- Juiz Caetano José de Souza;
- Tabelião João Amaro Alves da Silva Castro;
- Oficial de justiça Francisco do Amaral;
- Signatário Salvador Lopes de Araújo.