Poder Judiciário de Santa Catarina

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            BR SC TJSC TRRJ-10919 · Processo · 1861-1868
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca de São José da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Rita Maria de Almeida (inventariante);
            Francisco José da Silva Franco (falecido);
            Fortunata Luiza dos Anjos (falecida).

            Herdeiros:
            Camillo Francisco da Silva;
            Carlota Fortunata;
            Diogo Francisco da Silva;
            Francisco José da Silva;
            Jacintha Fortunata;
            José Francisco da Silva;
            Maria Fortunata.

            Resumo:
            O inventário de Francisco José da Silva Franco foi conduzido por Rita Maria de Almeida, sua esposa. Como o finado deixou filhos menores de idade, a ação contou com a nomeação de um curador e passou pelo juízo dos órfãos. Além disso, é revelado que o inventário da primeira esposa do falecido, Fortunata Luiza dos Anjos, não foi realizado; com isso, os seus bens são adicionados no arrolamento e na partilha entre os herdeiros provenientes deste casamento.

            Os bens inventariados foram utensílios de cozinha, um forno de cobre, mobília, um ferro de engomar, transporte descrito como “carro”, canoas, acessórios, casas, engenhos e terrenos. Foram citadas no processo 4 pessoas escravizadas: Maria, de Nação Mina; e Josefa, Izabel e Domingos, descritos como crioulos.

            Ao decorrer da ação, é revelado que Maria teve uma filha de nome Roza, descrita como “crioulinha”. A bebê foi incluída como parte do arrolamento e passou por um processo de avaliação em 50$000 (cinquenta mil réis).

            Após avaliados, os bens e as pessoas escravizadas foram partilhadas entre a inventariante e os herdeiros. O processo foi julgado por sentença, em que o juiz requereu o pagamento das custas de maneira pro rata e citou o herdeiro Francisco Joze da Silva para ser tutor de seus irmãos mais novos.

            Atuaram no processo:
            avaliador João Francisco de Andrade;
            avaliador Manoel Antonio Rachadel;
            curador Bento de Mello Barreto;
            escrivão João Francisco Régis;
            juiz de órfãos primeiro suplente Antonio Gonçalves Franco;
            juiz Vicente Corrêa da Silva;
            partidor Jacintho Gonçalves da Luz;
            partidor Salvador Cavalheiro.

            Localidades relevantes:
            Caieira;
            comarca de São José;
            estrada pública;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina).

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            auto de tomada de contas;
            avaliações;
            contas;
            correição;
            petições;
            sentença;
            termo de tutoria;
            termos de louvação.

            Inventário de Francisco José da Silva Franque
            BR SC TJSC TRRJ-23544 · Processo · 1869-1872
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na vila de São Miguel, na época sob a comarca da capital da província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            Francisco José da Silva Franque (falecido);
            Francisca Ignacia da Silva (inventariante).

            Herdeiros:
            Eugenio Francisco da Silva;
            Francisco José de Silva;
            Fortunata Francisca da Silva;
            João;
            José Francisco da Silva;
            Luisa Francisca da Silva
            Maria Francisca da Silva.

            Resumo:
            Francisca Ignacia da Silva abriu um processo de inventário pelos bens de seu falecido marido, Francisco José da Silva Franque. Como o finado deixou filhos menores de idade, a ação passou pelo juízo de órfãos e pela nomeação de um curador.

            A inventariante foi nomeada como tutora de seus filhos, e precisou renunciar os chamados benefícios da Lei de Veleano (que impedia a tutela de mulheres viúvas). Os bens avaliados foram casas, um rancho, terras e caixas. Nesta ação, foi mencionada uma menina escravizada de 14 anos, de nome Josefa, descrita como crioula. A inventariante declarou existirem dívidas para serem pagas no processo de partilha. O patrimônio foi repartido em igualdade, e as dívidas passivas foram pagas. O juiz julgou a ação por sentença e requereu o pagamento das custas de maneira pro rata pelos interessados.

            Mais tarde, Francisca foi chamada para prestar atualizações sobre a situação de seus filhos tutelados; foi revelado o falecimento dos herdeiros Eugenio e Francisco, assim como a existência de uma dívida de Floriano Machado Gallo que não foi paga. Esta ação foi julgada por sentença, e o juiz determinou o pagamento da dos valores com os bens dos tutelados. Eduardo Francisco dos Santos foi nomeado como o novo tutor dos herdeiros, por conta da viúva ter passado “às segundas núpcias”.

            Atuaram no processo:
            avaliador Adolfo da Gama Lobo;
            avaliador João Francisco de Andrade;
            curador geral José Francisco Mafra;
            escrivão de órfãos João Rodrigues Pereira;
            juiz de órfãos Amancio Concesso de Cantalici;
            juiz de órfãos interino major Jose Luis Coelho Ramos;
            juiz de órfãos sexto suplente capitão Manoel da Rocha Linhares;
            oficial de justiça Antonio Francisco de Medeiros;
            partidor Alexandre Jorge do Campos;
            partidor Francisco Gonçalves de Lus;
            tutor Eduardo Francisco dos Santos.

            Localidades relevantes:
            comarca da capital;
            vila de São Miguel (atual município de Biguaçu, Santa Catarina);
            praia Rosa.

            Compõem o processo:
            auto de partilha;
            auto de tomada de contas;
            avaliação dos bens;
            contas;
            sentenças;
            termo de descrição de bens;
            termo de fiança;
            termo de juramento;
            termo de louvação;
            termos de tutoria.

            Variação de nome:
            Aldôfo da Gama Lobo;
            comarca de São José;
            Eduardo Francisco de Faria.

            Inventário de Francisco Jose de Faria
            BR SC TJSC TRRJ-18391 · Processo · 1819
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Partes:
            Capitão Francisco Jose de Faria (falecido); Perpetua Rosa de Jesus (inventariante)

            escrivão Feliz Antonio de Proença; juiz Francisco José Nunes; freguesia de São Miguel da Terra Firme; embarcações; utensílios; objetos de ouro e de prata; armas de fogo; engenho de farinha; engenho de cana de açúcar; plantações; farda de pano azul fino com dragões do uniforme de capitão de ordenanças; animais; 20 escravizados; casas térreas no Arraial da Freguesia de São Miguel; propriedades urbanas; propriedades rurais; Fazenda do Rio Biguaçu.

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Francisco José de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-22406 · Processo · 1855 -1859
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na cidade de Desterro, Capital da Província de Santa Catarina.

            Partes do processo:
            padre Francisco José de Souza (inventariado);
            Agostinho Leitão d’Almeida (inventariante).

            Herdeiros:
            Luiza Francisca do Nascimento;
            Francisco de Souza Xavier Caldeira;
            Fortunata Roza d’Jezus.

            Co-Herdeiro:
            Manoel Machado d'Aguiar.

            Resumo: É feito o inventário do falecido padre Francisco José de Souza, por parte de Agostinho Leitão d'Almeida, sendo feita a avaliação e partilha dos bens do falecido. Entre eles constam: metais, joias, ouro, medalhas, relógios, mobília, livros, e dívidas. Além disso são avaliadas sete pessoas escravizadas, de nomes: Luis e Domingos, ambos descritos como ""de Nação""; Domatildes (menor), Xavier (menor), ambos descritos como crioulos; Constancia, Thomas (menor) e Chrisanto (menor). É feito um pedido ao vigário Manoel Amancio Barrêto, de forma que o mesmo apresente a conjunta com o vigário falecido. São feitos autos de praça para a venda de parte dos bens, de forma a pagar as custas do processo e as dívidas do finado. É também feita uma declaração de tutela que é seguida posteriormente por um requerimento de maioridade, feito por um dos herdeiros. Por fim, todos os bens são repartidos aos herdeiros, com as constas sendo todas pagas e o processo se dando por finalizado.

            Atuaram no processo:
            escrivão de órfãos José Honorio de Souza Medeiros;
            escrivão interino Vidal Pedro Moraes;
            escriptuário Joaquim Candido da Silva Peixoto;
            segundo escriptuario João Antonio dos Santos;
            signatário José de Souza Freitas Junior;
            curador Caetano d'Araujo Figueiredo Mendonça;
            curador Franz de Paulicea Marques de Carvalho;
            curador Polidoro d’Amaral e Silva;
            avaliador comendador Tristão José Moreira;
            avaliador Manoel Antonio Caminho;
            partidor João Narciso da Silveira;
            partidor Peregrino Servita de Saboia;
            pregoeiro Lucas Rodrigues d'Jesus;
            tesoureiro Luis Augusto Werner;
            procurador fiscal interino Joaquim Candido da Silva Peixoto;
            juiz municipal José Bonifácio Caldeira d’Andrade;
            juiz municipal de órfãos doutor Sergio Lopes Falcão.

            Localidades relevantes:
            freguesia de Santo Antonio;
            freguesia de Nossa Senhora das Necessidades;
            vila de São José;
            Reino de Portugal;
            rua da Fonte Grande.

            Compõe o processo:
            Petição inicial;
            Relação de herdeiros;
            Louvação aos avaliadores e partidores;
            Traslado;
            Declaração;
            Contas de rendimento do cemitério;
            Juramento aos avaliadores;
            Descrição e avaliação dos bens;
            Declaração de bens doados;
            Despesas e contas;
            Juramento aos partidores;
            Auto de partilha;
            Juramento ao tutor;
            Contas;
            Pagamento de taxas de herança;
            Auto de praça;
            Recibos.

            Inventário de Francisco Lourenço da Costa
            BR SC TJSC TRRJ-88112 · Processo · 1842
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado na Comarca de São Francisco, à época da Vila do Rio de São Francisco Xavier do Sul.

            Partes: Francisco Lourenço da Costa (inventariado); Justina Rosa (inventariante);

            Descrição: Inventário de Francisco Lourenço da Costa realizado pela viúva do falecido, Justina Rosa. Por não haver um testamento, é feita a avaliação, seguida de uma partilha amigável. Entre os bens inventariados estão uma casa, terras, animais, dívidas, e escravizados . Há seis pessoas escravizadas de nomes: Miguel, João, Manoel, Antônia, João (filho da Antônia; Menor) e Rita.

            Localidades mencionadas:

            • Vila do Rio de São Francisco Xavier do Sul;
            • Itajaí; Rio de Itajaí; Praia de Itajaí;
            • Camboriú; Rio de Camboriú;
            • Rio dos Passos;
            • Rio da Piçarras;
            • Tabuleiro da Barra Velha;
            • Itapocorói;
            • Tijucas;
            • Praia Brava;
            • Enseada do Brito;
            • Porto Belo;
            • Gravatá;
            • Bombas;
            • Enseada das Garoupas;
            • Morro Cortado;
            • Morro Costa;
            • Morretes;
            • Curitiba;
            • Rio de Janeiro

            Atuam no processo:

            • Escrivão Manoel Joaquim Pinheiro; Escrivão João C. Pinheiro Ricas;
            • Curador Jozé Antônio de Oliveira;
            • Procurador Salvador Jozé dos Anjos;
            • Avaliador Domingos Vieira Rebello; Avaliador Vicente Joaquim de Santa Anna;
            • Partidor Joaquim Jozé de Oliveira C.; Partidor João Pereira Liberato;
            • Juiz João Vicente Nobrega Dutra;

            Variação de nome: São Francisco do Sul; Nossa Senhora da Graça do Rio de São Francisco Xavier do Sul;

            Tribunal da Relação do Rio de Janeiro
            Inventário de Francisco Marques da Rosa
            TRPOA-21903 · Processo · 1876-11-02
            Parte de II - Tribunal da Relação de Porto Alegre

            Francisca da Silva Marques (viúva e inventariante).
            Casa, parte de engenho de fabricar farinha, terras, utensílios domésticos, 23 escravos.

            Juiz de órfãos Major Afonso de Albuquerque e Mello.
            Promotor Público Joaquim Augusto do Livramento.
            Curador geral Cândido Gonçalves d'Oliveira.
            Escrivão José de Miranda Santos.
            Escrivão João Damasceno Vidal.
            Advogado Luiz Augusto Crespo.

            Freguesia do Rio Vermelho, porto do Rio Vermelho, Desterro.

            Tribunal da Relação de Porto Alegre
            Inventário de Francisco Pereira da Silva
            BR SC TJSC TJSC-AJ-DC-CIV-46550 · Processo · 1911
            Parte de III - Tribunal de Justiça de Santa Catarina

            Partes:
            Francisco Pereira da Silva (inventariante)
            Joaquim Pereira da Silva (inventariado)

            Mobília; Forno de cobre; Quantia em telhas; Rancho; Terras; Engenhos de farinha;

            Propriedades rurais; Localidade de Sertão do Campo de Araçatuba; Distrito da Enseada de Brito;

            Avaliador Henrique Estephano Koerich;
            Avaliador Nestor Sebastião da Silva;
            Curador geral Heitor Blum;
            Escrivão José Maria da Luz;
            Juiz Pedro Alexandrino Pereira de Mello;
            Oficial de justiça João Fernandes Alves;

            Variação de nome;
            Henrique Estephano Koerig;
            Henrique Estefano Koerich.

            Tribunal de Justiça de Santa Catarina
            Inventário de Francisco Pereira de Souza
            BR SC TJSC TRRJ-22231 · Processo · 1872
            Parte de I - Tribunal da Relação do Rio de Janeiro

            Inventário realizado em Desterro, comarca da capital.

            Partes:
            Francisco Pereira de Souza (falecido);
            Caetana Maria da Conceição (inventariante).

            Herdeiros:
            Joanna Maria da Conceição;
            Rita Caetana de Siqueira;
            Rita da Conceição (menor);
            Alexandra Caetana (menor);
            Augusto Francisco Machado (menor);
            Francisco Machado (menor);
            Joaquim Francisco Machado (menor);
            Luiz Machado (menor);
            Maria Caetana da Conceição (menor).

            Resumo:
            Neste processo, foi realizado o inventário dos bens deixados pelo falecimento de Francisco Pereira de Souza. A inventariante foi sua primeira esposa e cabeça de casal, Caetana Maria da Conceição. A inventariante residia na Várzea de Ratones, na freguesia de Santo Antônio, na cidade de Desterro, e foi convocada mediante mandado de intimação para dar prosseguimento ao inventário.

            Caetana prestou juramento de inventariante, e em seguida foram listados os herdeiros de seu marido. Foram nomeados avaliadores, a fim de estimarem os valores dos bens. No arrolamento dos bens, os itens foram descritos: duas casas de moradia; dois engenhos, de açúcar e farinha, e uma casa de engenho. As propriedades imóveis eram distribuídas pela Cachoeira dos Ratones, Várzea dos Ratones, e na Várzea Grande de Canas Vieiras (atual Vargem Grande); sendo algumas delas extremadas com a estrada pública, mangues, ressacadas, e vertentes de morros.

            Foram também listados 20 pessoas escravizadas, colocadas entre os bens do inventário. A maior parte dos escravizados eram menores de idade, entre adolescentes e crianças; metade deles tinham menos de dez anos de idade. Foram divididos entre “pretos”, “crioulos” e “pardos”.

            Adão, Romana, Margarida (menor, 1 ano) e Thomazia (menor, 10 anos) foram descritos como pretos.

            Catharina, Joaquina, Josepha, Jacintha (menor, 6 anos), José (menor, 13 anos), Luiza (menor, 6 anos), Pedro (menor, 1 ano), Sebastião (menor, 11 anos) e Vicente (menor, 8 anos) foram descritos como crioulos; Luiza e Pedro foram descritos como “crioulinhos”.

            Por fim, Anastacio (menor, 4 anos), Ignacio (menor, 3 anos), Januario (menor, 3 anos), Lourenço (menor, 6 anos), Maria (menor, 16 anos), Theodoro (menor, 9 anos), e Virginia (menor, 5 anos) foram descritos como pardos; Anastacio, Januario, Lourenço, Maria, Theodoro e Virginia foram descritos como “pardinhos”.

            Além disso, foram listados animais de criação, trabalho e transporte (um boi, uma junta de bois, um novilho e um cavalo).

            Constaram também bens móveis, compostos por: uma caldeira de produzir açúcar e um forno de produzir farinha, ambos de cobre; demais utensílios e ferramentas em cobre e ferro; um alambique de fazer aguardente; uma canoa de borda lisa; um carro velho; mobília; móveis para armazenamento (3 caixas e 2 pipas); materiais de construção (84 telhas); e uma roça de cana de açúcar, “em estado de desmanchar” (no processo, foi incluída entre os bens móveis). Foram listadas, por fim, dívidas.

            Em um termo de declaração, a inventariante descreve as relações de parentesco de alguns dos escravizados. Ela informa que Joaquina é mãe de Ignacio, Jacintha, Margarida, Thomazia e Vicente; Romana é mãe de Anastacio, Luiza, Pedro, Theodoro; Catharina é mãe de Januario e Lourenço; e Josepha é mãe de Virginia.

            Posteriormente, o juiz convocou os herdeiros, a fim de se manifestarem se estavam de acordo com a descrição de bens. Em seguida são feitos pedidos, por parte de herdeiros e herdeiras (representadas pelos seus maridos), requisitando que fossem lançados bens na partilha. Os herdeiros e o curador geral concordam com as descrições.

            Em seguida, deu-se a partilha, onde os bens foram distribuídos entre os herdeiros e as dívidas foram pagas aos credores.

            Conclusivamente, o juiz decidiu, por meio da sentença, que as partilhas procederam de modo adequado; e a inventariante ficou obrigada a arcar com as custas do processo.

            Porém, antes de encerrar-se o processo, um escrivão comunicou ao juiz que não foi feita a prestação de contas do tutor Manoel Machado de Souza. Manoel foi, então, prontamente intimado para prestá-las.

            Ao final do processo, consta uma relação dos bens inventariados e partilhados; a distribuição dos bens está nela listada, evidenciando o que cada herdeiro recebeu. É seguida de outra relação, detalhando a avaliação dos bens pertencentes à inventariante.

            Atuaram no processo:
            avaliador Antonio Carlos de Andrada;
            avaliador Antonio Pereira Pinto;
            contador A. Silveira;
            curador geral Candido Gonçalves d’Oliveira;
            escrevente João Damasceno Vidal;
            escrivão José de Miranda Santos.
            escrivão de órfãos Vidal Pedro Moraes;
            escrivão da subdelegacia e juízo de paz Manoel Joaquim Gervasio Junior;
            juiz de direito Severino Alves de Carvalho;
            juiz de órfãos José Pereira de Mello;
            juiz de órfãos primeiro suplente José Delfino dos Santos;
            oficial de justiça e pregoeiro José Antonio Pacheco;
            partidor João Narciso da Silveira;
            procurador e signatário Manoel Joaquim Dias de Siqueira.

            Localidades relevantes:
            Cachoeira dos Ratones;
            Várzea Grande de Canas Vieiras (atual bairro de Vargem Grande, próximo ao bairro de Canasvieiras, Florianópolis, Santa Catarina);
            distrito de Várzea de Ratones (atualmente uma localidade em Florianópolis, Santa Catarina);
            freguesia de Nossa Senhora das Necessidades (atualmente no bairro de Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis, Santa Catarina);
            freguesia de Santo Antônio (atual bairro de Santo Antônio de Lisboa, Florianópolis, Santa Catarina);
            cidade de Desterro (atual município de Florianópolis, Santa Catarina);
            comarca da capital.

            Compõem o processo:
            arrolamento dos bens;
            auto de inventário e juramento de inventariante;
            auto de partilha;
            contas;
            mandado de intimação;
            procuração;
            recibo;
            relação de bens avaliados;
            relação de bens partilhados;
            sentença;
            termo de audiência e louvação de avaliadores;
            termos de declaração;
            termo de juramento de avaliadores;
            título de herdeiros.